quarta-feira - 05/04/2017 - 08:18h
Insegurança

A estatística que insulta a inteligência e não aplaca o medo


O cidadão não reconhece o Estado como capaz de protegê-lo. Isso é fato. O cidadão também não vê o Estado como preparado para evitar/reparar suas perdas, identificar e prender culpados.

Apesar do grande volume de ocorrências registradas através de boletins de ocorrências, nas delegacias especializadas, esses números são absolutamente irreais. Estão longe do que acontece nas ruas.

Mas o governo estadual se jacta de ter conseguido “reduzir” furtos e roubos. Apresenta gráficos, divulga matéria oficial à imprensa e assegura que a vida está bem melhor no Rio Grande do Norte.

Afinal de contas, temos o “Governador da Segurança”, epíteto que ajudou o então vice-governador Robinson Faria (PSD) a vencer as eleições em 2014.

Balela.

Insulto à inteligência alheia e outra forma de humilhar as vítimas e as potenciais vítimas.

A violência é companheira diária do povo potiguar. Há uma sensação de insegurança indisfarçável e não há estatística que convença o contribuinte de que o cenário seja outro.

Somos e continuamos reféns do medo e sem esperança de que isso mude.

Pobre RN Sem Sorte!

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Categoria(s): Opinião da Coluna do Herzog / Segurança Pública/Polícia

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