quinta-feira - 07/06/2018 - 22:40h
Mossoró

Audiência Pública do MP do RN é ignorada pela população


A audiência pública promovida pela Corregedoria Geral do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) à manhã desta quinta-feira (7), em Mossoró, para aproximar o órgão da sociedade, teve escassa participação popular. Quase passou despercebida.

Audiência: um vazio (Foto: Edilberto Barros)

Ocorreu no plenário da Câmara Municipal de Mossoró.

Alguns vereadores, vários promotores públicos e assessores, prestigiaram o evento. Assentos na parte reservada a populares e a parte destinada à imprensa, assessores parlamentares e convidados, ficaram quase vazios.

Coube a Marleide Cunha, presidente do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM), fazer o desabafo mais elucidativo do evento: praticamente pediu atenção e socorro aos promotores a demandas da sociedade local e em especial do funcionalismo municipal, que pareciam relegadas a um segundo plano, esquecidas. Ignoradas.

CEI do Lixo

O corregedor geral Anísio Marinho Neto aconselhou que todo e qualquer procedimento tenha envio de cópia endereçada a ele, para “poder acompanhar”.

O Blog Carlos Santos foi citado pelo vereador Genilson Alves (PMN) “como corregedor” do município, por estar regularmente relatando situações merecedoras do cuidado do MPRN.

O vereador Alex do Frango (PMB) entregou documento sobre a Comissão Especial de Investigação (CEI) do Lixo, que foi instaurada e logo encerrada (veja AQUI) na própria Câmara Municipal, num enredo caviloso. “Passamos a situação da CEI do Lixo aos senhores para verificarem como ela foi instaurada e como foi finalizada”, informou.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política

Comentários

  1. François Silvestre diz:

    A opacidade dos holofotes, que que tremula feito chama de lamparina, obriga o MP a buscar apoio popular. Tudo muito politicamente armado. O que o povo merece é a explicação do resultado da “vitória” que o MP teve ao derrotar a PEC/37, assegurando ao órgão o comando e controle dos inquéritos, numa campanha caríssima em que o povo foi convencido de que se a PEC passasse seria a vitória da impunidade. Qual o resultado? Noventa e três por cento dos homicídios sem inquéritos, sem processamento e sem julgamento. Tudo atribuição do MP, senhor absoluto dos inquéritos. Nunca mais se falou na PEC, que morreu também sem inquérito. Esse percentual, 93%, é de registro oficial, devidamente publicado e não desmentido. Essa é a explicação que se pede. Só isso.

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