quarta-feira - 10/07/2019 - 08:20h
Imprensa

Morre no Rio de Janeiro o jornalista Paulo Henrique Amorim


Do UOL

O jornalista Paulo Henrique Amorim morreu nesta madrugada aos 77 anos após sofrer um infarto fulminante. Ele havia acabado de retornar de um jantar com amigos e estava em casa, no Rio de Janeiro, quando passou mal. A informação foi confirmada pela Record.

Henrique: infarto (Foto: Web)

Amorim deixa uma filha e a mulher, a jornalista Geórgia Pinheiro.

Paulo Henrique Amorim trabalhava na Record TV desde 2003, onde apresentou o Jornal da Record, ajudou a criar o Tudo a Ver e esteve à frente do Domingo Espetacular, até junho deste ano.

Ele estreou no jornal A Noite, em 1961, foi correspondente em Nova York da revista Realidade e foi da Veja.

Na TV, passou também por Manchete e Globo, onde teve fases como correspondente internacional, Band e TV Cultura.

Em 1972, ganhou Prêmio Esso na categoria informação econômica pela reportagem “A renda dos brasileiros”, pela revista Veja.

Nota do Blog – Amorim esteve em Mossoró a convite do então presidente da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Diran Ramos do Amaral, em 1989 – 30 anos, dando entrevista no Hotel Thermas e fazendo uma palestra. Retornou outras duas vezes, lembra-me o jornalista Gutemberg Moura, que o entrevistou – sendo elogiado por ele pelo elenco de perguntas que fizera. Que descanse em paz.

Baixas consideráveis este ano na comunicação: Amorim, Salomão Schvartzman (no fim de semana – veja AQUI, aos 83 anos), Ricardo Boechat e Clóvis Rossi (veja AQUI). Entre nós, mais próximo, George Wagner (veja AQUI).

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Categoria(s): Comunicação

Comentários

  1. Victor diz:

    O jornalismo lúcido e franco sofre mais uma baixa no Brasil. Se foram Boechat, Clovis Rossi e agora o PHA. Da sua nota, merece menção o Diran, exemplo raro de empresário que saia do seu escritório para sacudir a coletividade, sobretudo no meio empresarial. Que deserto, amigos, que deserto.

  2. Q1Naide Maria Rosado de Souza diz:

    Grande perda para o jornalismo. Paulo Henrique Amorim, excelente profissional, deixa legado de exemplo.

  3. FRANSUELDO VIEIRA DE ARAÚJO diz:

    No Brasil em, especial nesses tempos de negação de princípios básicos da democracia à partir do Mandatário Maior, ensejando um estado de exceção à galope. Poucos podem e puderam, de fato, usar do nome e da definição de oficio como jornalista na acepção da palavra como o carioca Paulo Henrique Amorim.

    Jornalista de formação eclética, formado em ciências sociais, Paulo Henrique Amorim, durante toda sua histórica trajetória, não só honrou sua profissão, como para legitimar essa honradez, enfrentou e brigou nos tribunais digladiando em face de mega – empresários criminosos lesa pátria, Delegados Federais, juízes, inclusive do STF, bem como jornalistas que de tudo fazem e fizeram na tecitura de interesses medíocres na acomodação ao poder….!!!

    Sua luta, mormente através do seu magistral BLOG CONVERSA AFIADA, dia-a-dia feita de muita coragem e ironia contra as mistificações, ilegalidades, fraudes e crimes lesa Pátria que constituiu a LAVA JATO NAS TRISTES E DEPLORÁVEIS FIGURAS DE SÉRGIO MORO E DELTAN DALANHOL, agora definitivamente provada, bem pode e deve responder aos renitentes críticos analfabetos de uma nota só…!!!

    Que o seu legado, inspire brasileiros iniciantes na profissão de jornalismo, profissão essa, bela, fecunda e ao mesmo tempo tão contradiça profissão, a qual, de fato, igualmente a profissão de advogado, poucos possuem a capacidade, o talento, a renúncia e a irresignação necessárias para seu exercício deveras imprescindível à democracia e ao Estado Democrático de Direito.

    Um baraço

    FRANSUÊLDO VIEIRA DE ARAÚJO.
    OAB/RN. 7318.

  4. João Claudio - O calo dos PTralhas. A pedra nos cascos dos burros encantados. diz:

    Repito:

    Era o lixo do lixo do jornalismo lixo.

    Não era um profissional ético. Cuspia todos os dias no prato que comeu – Leia-se TV Globo.

    Ridículo, não! aquelas rumas.

    A PTralhada vai sentir a sua falta. Eu não!

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