terça-feira - 13/08/2019 - 15:04h
Estratégia

MPF tenta dupla condenação de Agripino com mesmo assunto


Agripino: o mais do mesmo (Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma Ação Civil por Ato de Improbidade Administrativa (AIA) contra o ex-senador José Agripino Maia, além de Raimundo Alves Maia Júnior (conhecido como Júnior Maia, primo do ex-congressista) e Victor Neves Wanderley (conhecido como Victor Souza).

Os três responderão por desvio de aproximadamente R$ 600 mil dos cofres públicos, através de um esquema de nomeação de “funcionário fantasma”.

O assunto não é novidade. O MPF ratifica denúncia já feita anteriormente. Estratégia é reforçar processualmente eventual condenação dos implicados. O Blog Carlos Santos publicou assunto há poucos dias, não havendo novidades (veja AQUI) agora.

Duas ações

Além da ação de improbidade, o MPF já ratificou junto à Justiça Federal do RN uma denúncia por associação criminosa e peculato – a respeito dos mesmos fatos –, que havia sido apresentada inicialmente pela Procuradoria-Geral da República ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Ambas as ações apontam que, entre março de 2009 e março de 2016, José Agripino nomeou e manteve como secretário de seu gabinete em Brasília Victor Souza, que era gerente de farmácia em Natal e, desde 2017, é presidente da Câmara de Vereadores do Município de Campo Redondo. A remuneração que ele receberia era repassada para Júnior Maia, então servidor comissionado da Assembleia Legislativa do RN.

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Categoria(s): Justiça/Direito/Ministério Público / Política

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