É pouco provável que pelo menos três partidos que vão participar da campanha municipal de Mossoró, marchem unidos internamente até às urnas. As divergências internas prometem rachas profundos.
O PT, por exemplo, vive uma crise babélica. A pré-candidatura do professor Josivan Barbosa (PT) não deve vingar. É a própria Direção Nacional do partido que estabeleceu uma resolução interna, avocando para si o poder “democrático” de vetá-la. Botou a cabeça de Josivan na ‘bandeja’ para fazer um escambo com o PSB em nível nacional.
O PR é outro exemplo de “democracia” de cima para baixo. Seu presidente estadual e deputado federal, João Maia, depois de anos falando em independência e autonomia do diretório, puxou para si o poder de levar a sigla a se compor com o governismo municipal, mesmo o partido há mais de três anos fazendo oposição à gestão Fafá Rosado (DEM).
No PMDB, a barafunda não é menor. O partido até possui o advogado Wellington Filho como pré-candidato a prefeito da vereadora Cláudia Regina (DEM). Entretanto, dificilmente estará inteiro no palanque governista.
Haverá revoada de militantes e filiados no sentido da oposição. Anote. Depois cobre ao Blog essa previsão.
Nos três casos há um conflito entre desejo das bases e interesses dos “donos” desses partidos. Mas ao contrário do que ocorria num passado remoto, o “cabresto” não terá força para conter o ‘estouro da boiada’.





























