quarta-feira - 20/07/2011 - 07:13h
"Fatura" vem depois

Prefeitura cobre obrigações do Estado em Mossoró

Há meses que a Prefeitura de Mossoró tem coberto, no Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), compromissos financeiros que caberiam ao Governo do Estado.

Sem pestanejar, sem mugir ou resmungar.

E sem fazer propaganda disso,  para colocar a opinião pública a favor do governismo municipal e com olhar de desconfiança em relação ao estadual.

A “fatura”, política, vem depois.

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Categoria(s): Administração Pública / Saúde
segunda-feira - 11/07/2011 - 13:05h
Moeda de negociação

A nova “repartição” do Estado e da Prefeitura de Mossoró

A atípica sucessão mossoroense tem um ingrediente novo em seu enredo surreal, feito sempre com o mesmo sobrenome: é a entrada em cena, como moeda de “negociação”, do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

E eu que pensei que o TCE fosse um órgão técnico, autônomo; fiscalizador de Governo do Estado, Assembleia Legislativa, câmaras e prefeituras.

Pelo visto, virou uma “repartição” da Prefeitura de Mossoró e do Estado.

Vivendo e aprendendo.

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sábado - 09/07/2011 - 11:39h
Governo Rosalba

Mudança de mentalidade e método

Perguntam-me aqui sobre o futuro da crise no Governo Rosalba Ciarlini (DEM). A abordagem é pelo Twitter, em conversas informais ou por email.

Repito o que tenho escrito há meses:

– Há tempo e meios para mudar. Basta alterar mentalidade e método.

Simples.

O “rosalbismo” imprime no Governo do Estado o que promoveu durante três administrações na Prefeitura de Mossoró. É um “kit” que funcionou muito bem numa realidade diferente e noutra conjuntura.

Não creio que possa ter o mesmo resultado no Estado.

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Categoria(s): Administração Pública / Opinião da Coluna do Herzog
quarta-feira - 15/06/2011 - 09:38h
Vice

Reitor admite composição com Larissa às eleições 2012

Entrevistado à noite desta terça-feira (14), no programa Cenário Político da TV Cabo Mossoró (TCM), o reitor da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), professor Josivan Barbosa, admitiu outro destino político-partidário. Mais um.

O âncora do programa, jornalista Julierme Torres, perguntou-lhe se era possível uma composição com a pré-candidatura a prefeito da deputada estadual Larissa Rosado (PSB).

– É possível! exclamou.

Nota do Blog – Josivan é um quadro político novo, que pode ajudar a arejar a política mossoroense. Seu trabalho na Ufersa, aproveitando período muito favorável de investimentos da União, é sinalizador de capacidade administrativa. É arrojado e enxerga adiante.

Entretanto no campo político ele precisa ser menos contorcionista. Já se falou na hipótese de ser candidato a prefeito de Mossoró, também de Tibau, Caraúbas e Felipe Guerra. Agora, vice de Larissa…

Um nome político em ascensão, mas ainda sem rumo e prumo até aqui (Foto: Cézar Alves)

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Categoria(s): Política
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terça-feira - 14/06/2011 - 18:39h
Denúncia

Médicos não aparecem para trabalhar em Unidade de Saúde

Carlos Santos, bom-dia.

Mais um exemplo do caos em que se transformou a rede municipal de saúde em Mossoró: a “Unidade Básica de Saúde Bernadete Bezerra de Souza Ramos, do Liberdade II” não teve atendimento de qualquer médico nesta terça-feira, 14 de junho.

Pior: sequer a enfermeira compareceu ao trabalho neste dia.

Cartaz, à porta fechada, comunica abandono

Na UBS, apenas um cartaz feito à mão informa que não haverá (haveria/houve) distribuição de fichas  para os médicos Emiliana, Everaldo e Glicério. Além destes, a UBS também conta com o médico Leonardo.  O único com justificativa plausível para a ausência é Leonardo, cuja mãe encontra-se enferma no Rio de Janeiro. Nos outros casos, não foi informado o porquê da falta. Aliás, não atender aos pacientes é uma atitude corriqueira entre os médicos da UBS, inclusive por parte de Leonardo.

Além de a população não ter o atendimento que precisa e para o qual paga através dos impostos, percebe-se um gasto desnecessário na manutenção da UBS, já que é mantida toda uma estrutura sem que haja aproveitamento.

Além dos recursos materiais também dispêndio de recursos humanos que ficam, em sua grande maioria sem ter o que fazer já que o trabalho destes depende do que os médicos fazem (ou deveriam fazer).  Dinheiro jogado pelo ralo.

Márcio Alexandre – Jornalista e webleitor.

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