Havendo aprovação da lei antinepotismo no Congresso Nacional, muitos bambinos e agregados da família Rosado terão que partir para o artifício do “laranja”. Ou tentar um trabalho de verdade.
Impressiona a quantidade de filhotes nas “assessorias” de Brasília, passando por Natal, até Mossoró.
Tutti buona gente!
O clã Rosado renega os princípios da sua formação, com o patriarca Jerônimo Rosado. Sua trilha de poder com 60 anos contínuos em Mossoró, é resultado do alicerce enraizado no trabalho, na ética, na vocação política, no espírito público e na competência.
Hoje é de fazer pena. Difícil localizar quem trabalhe na iniciativa privada.
Raro encontrar nessas novas gerações, alguém que prosperasse com o monopólio da Coca-cola num verão em Copacabana (RJ). Boa parte não consegue escrever um bilhete, sem revelar o divórcio com o Aurélio.
Ostentam uma capacidade de araque. Propaganda enganosa que não resiste a um simples bate-papo sobre banalidades.
Certos diplomas superiores que alguns manuseiam, valem menos do que certificado de manicure, doceira ou cabeleireiro na periferia de Mossoró, enfeitando orgulhosamente casas humildes. Quanta ignorância e desfaçatez!
Culpa de painho e mãinha, sempre interessados em transformar a empresa pública em corporação familiar. É mais fácil e barato "educar" com o dinheiro público.
Definitivamente, a patota Rosado se transformou num grupo autárquico. Se fecharem a coisa pública, com acesso apenas por concurso, terão que ir pro bolsa-oligarquia.
Vão trabalhar, vagabundos!