A divulgação está aí nas redes sociais e no boca a boca: dia 5 de junho, em Mossoró, tem o “Rolezinho com Cadu e Samanda.”
A programação política que exaltará as pré-candidaturas de Cadu Xavier (PT) ao governo estadual e da vereadora mossoroense, em Natal, Samanda Alves (PT), escancara o escanteamento do ex-deputado federal Rafael Motta (PDT).
O ex-parlamentar foi confirmado nessa quarta-feira (20) como segundo nome do governismo estadual ao Senado. Contudo, existe um crescente movimento para cristianizar sua postulação. Prioridade absoluta é votar em Samanda Alves; Rafael Motta, não.
O evento do Rolezinho não o esqueceu à toa.
Existem outras razões para essa resistência a Rafael Motta pela militância petista e setores do núcleo do PT no estado:
1 – Porque existe um vínculo até aqui impositivo dele com o ex-senador Jean-Paul Prates (PDT), para fazer do ex-congressista o primeiro suplente. O petismo não engole. Quer o espaço para si.
2 – Muitos não esquecem de 2022, quando Rafael Motta atravessou a disputa ao Senado com uma postulação própria, pelo PSB, rachando o governismo. Foi determinante para a eleição do ex-ministro Rogério Marinho (PL), odiado-mor do petismo potiguar.
Para 2026, vozes começam a se levantar contra Rafael Motta. A crença é de que ele vai prejudicar a petista-raiz Samanda Alves, em vez de somar para o grupo governista.
Leia também: “Combo” ao Senado com Jean-Paul suplente aborrece petismo
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