Dizem que é sumidouro de dinheiro público, além de moeda de troca por favores eleitorais.
Em Mossoró jamais sairia algo igual ou de aluguel de carros sairia, vendo-se o atual cenário da Câmara de Vereadores.
Jornalismo com Opinião
Dizem que é sumidouro de dinheiro público, além de moeda de troca por favores eleitorais.
Em Mossoró jamais sairia algo igual ou de aluguel de carros sairia, vendo-se o atual cenário da Câmara de Vereadores.
Ubiratan Saldanha, radialista e nome atuante no setor comercial da mídia mossoroense, está exultante. Voltou a mostrar sua veia de "reprodutor". Nos últimos dias ele tem corrido mais cedo para casa para acalentar "Lívia", sua nova produção, ao lado da mulher Annye. Saúde e paz a essa criança, que com tal nome tem tudo para ser muito feliz, além da saudação aos pais por esse bem preciosíssimo.
A arte imita a vida.
Mas há profunda diferença entre a encenação que se repetirá no adro da Capela de São Vicente e a realidade, abaixo dos seus degraus: os criminosos estão vencendo o duelo contra o bem.
Ao contrário do que ocorreu em 13 de junho de 1927, quando Lampião e seu bando foram rechaçados com vigor, Mossoró é vencida pelo crime.
O poder público assiste a tudo passivamente ou com pirotecnia e falácia.
Na próxima quarta-feira (25) ele assume oficialmente o cargo que até a semana passada vinha sendo ocupado por Anselmo Carvalho, agora secretário de Administração do Governo do Estado.
Mesmo antes de assumir oficialmente o cargo, Olavo Hamilton teve que se explicar sobre uma situação que gera certo desconforto. É que ele foi o advogado que tentou, junto à Justiça Eleitoral, cassar o mandato de Fafá Rosado.
Alegava que a prefeita cometou crime eleitoral, ao participar da inauguração de uma sonda de petróleo para aulas práticas no Instituto Federal de Educação Tecnológica (IFRN). Isso foi em 2008, quando Fafá já era candidata a prefeito.
Nesta segunda-feira (23/05) ao participar do programa Cenário Político (TV Cabo Mossoró (TCM), Olavo Hamilton disse que a Justiça Eleitoral o fez ver que estava errado, quando pediu a cassação do mandato de Fafá. O advogado lembrou que sua tese foi derrotada no Tribunal Regional Eleitoral do RN e também no Tribunal Superior Eleitoral.
Segundo Olavo, Fafá mostrou grandeza, ao convidá-lo para assumir cargo no governo municipal.
MemóriaQuando da ação, Olavo Hamilton prestava assessoramento jurídico para a deputada estadual Larissa Rosado (PSB).
Ele também foi o advogado responsável pela defesa de Larissa e do vereador Lahyre Rosado Neto (PSB) no caso "Capitão 40", onde Fafá Rosado os acusou de utilizar a estrutura da Polícia Rodoviária Estadual durante a campanha eleitoral de 2008.
Nesse caso Olavo Hamilton conseguiu vitória para seus clientes. A Justiça recusou a denúncia de Fafá e ainda entendeu, com base em perícia da Polícia Federal, que as gravações usadas como prova era adulteradas.
Nos últimos meses Olavo vinha prestando assessoramento para a prefeita Fafá.
Do Blog de Julierme Torres AQUI.
A ordem é a mesma, já em vigor desde o início da administração: austeridade.
Mais cortes, maior redução do custo da máquina. Ou seja, vai sobrar mais e mais pros barnabés.
Tadinhos!
Nota do Blog –
Enquanto isso… nos outros poderes e órgãos como Tribunal de Contas do Estado (TCE), tudo continua como dantes.Sob a ótica do Direito Constitucional e Administrativo, "O Estado é uno". Então, por que o governo não convoca os demais poderes para um esforço concentrado, heim?
Será que o pau só vai cantar só no lombo do servidor do Executivo, o zé-ninguém, o pé-de-boi?
A paralisação está definida para o dia 26 próximo (quinta-feira).
Nesta quarta-feira (25) será realizada uma grande Plenária reunindo todos os trabalhadores da base do Sindicato dos Servidores da Administração Indireta (SINAI/RN). O evento acontece no largo do ginásio Machadinho a partir das 08h30m.
Na ocasião será servido um café da manhã para a categoria.
A programação contemplará também atividades político-culturais.
A luta é por por negociação com igualdade de tratamento, pelo pagamento dos Planos em sua totalidade até junho! E, finalmente, por melhores condições de trabalho e concurso para os setores do serviço público do RN.
Nota do Blog – O governo adotou a tática do confronto e da tentativa de desconstrução moral dos movimentos grevistas.
Tenta apagar fogo com querosene.
Nesse ritmo, vai precisar do lutador Anderson Silva para resolver tudo a socos e pontapés. Um negociador à altura da mentalidade que assume paulatinamente.
Vejamos um exemplo quentinho, saindo do forno.
Em plena campanha eleitoral (2010), com a mídia fazendo estardalhaço quanto à insegurança em Mossoró, o governador Iberê Ferreira (PSB) despachou dezenas de homens, veículos, armas etc. para a cidade.
Foram diversas mogangas em pontos de grande fluxo de pessoas.
Policiais revistavam gente, paravam veículos e nos passavam sensação de segurança. Depois, tudo voltou ao normal e a "guerra civil" ficou muito pior com dezenas de assassinatos, centenas de furtos e roubos.
Agora é a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) que faz a mesma coisa. Igualzinha, sem tirar nem por.
Qual o efeito dessa pirotecnia no combate à violência?
Nenhum.
Na verdade, é como uma relação entre gato e rato. A bandidagem recua e espera a polícia sair. Como se jogássemos alguns bichanos num galpão para afugentar roedores. Depois que esses felinos vão embora, os ratos voltam insaciáveis.
Os criminosos fazem o mesmo, haja vista que quase ninguém foi preso ou desarmado: quando o faz-de-conta for desmontado, eles retomam seus espaços com mais apetite, para compensar eventuais "prejuízos" por esse tempo "perdido".
Simples assim.
Winston Churchill
O acatamento ocorreu na manhã desta segunda-feira (23/5), em assembleia realizada na sede do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Mossoró (SINDISERPUM).
A prefeitura havia prometido um reajuste de 6,86%, mais a incorporação da regência de classe. Essa proposta foi rejeitada pela categoria em assembleia ocorrida dia 17/5. Os trabalhadores decidiram então, programar uma parada de advertência dia 24/5.
O Executivo municipal enviou à direção do SINDISERPUM, no final da tarde da última sexta-feira, 20/5. Ofereceu os mesmos 6,86%, incorporação da regência e o pagamento retroativo a abril.
Essa foi a proposta aceita pelos docentes.
Também na proposta aceita, a prefeitura reajustou o auxílio-deslocamento para os professores da zona rural, que passa de R$ 6,50 para R$ 8,00 no mês de maio e a partir de junho para R$ 10,00, o valor do quilômetro.
Não pensa em sair.
Ah, tá.
Sei.
Entendo.
Hum-run.
Lógico.
Evidente.
Virou moda votar num e ser governado por outro, que sequer recebeu votos.
Triste sina de Policarpo Quaresma e dos mossoroenses!
Coube ao secretário-chefe da Casa Civil do Estado, Paulo de Tarso Fernandes, afirmar que metade dos professores estaduais "não trabalha".
Então, tá!
"Instaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos", como diria o genial Stanislaw Ponte Preta, grande cronista carioca.
Miguel Nicolelis, paulistano criador do Instituto Internacional de Neurociência, instalado em Macaíba (RN), foi entrevistado no Canal Livre da Rede Bandeirantes de Televisão.
Em nenhum momentos os dois partiram para a politicalha, a fulanização
ou particularização da abordagem sobre ensino, ciência, educação, formação de jovens e adultos, política, construção de uma nação.Nicolelis, um cientista de renome internacional, nascido em São Paulo, mas que adotou o solo potiguar como ambiente de ampliação de seus estudos, maravilhou seus entrevistadores. Mostrou que este país é capaz de fazer ciência, se projetar pela inteligência, ser vanguarda.
Somos inventivos, capazes, curiosos. Faltam-nos meios, uma política de investimentos que nos faça protagonistas e não seres periféricos, ou sub-raça – como muitos ainda nos vêem.
A professora Amanda revelou boa articulação com as palavras, humildade, consciência política e altruísmo. Fez o contrário do seus algozes poderosos da política potiguar, que em vez de admitirem a fragilidade da educação, preferem rebater números e fatos, com a tentativa de vilipêndio e de desconstrução moral.
Sim, estamos no mapa do Brasil. Somos um microcosmos, mas parte dele.
A discussão de nossas mazelas, que são mazelas nacionais, deve nos despertar para o debate elevado, a busca por soluções e o banimento da intolerância como ingrediente de "negociação".
Em vez de rosnar, falar. Falar francamente o que pensamos. Em vez de agredir, ouvir. Ouvir com atenção a voz em contrário.
Nicolelis e Amanda fazem parte de um elenco raro, nesse universo humano multifacetado, de tantos matizes: nos fazem acreditar que podemos mais. Basta que descruzemos os braços, paremos de resmungar e escrevamos nossa própria história.
Sim, nós podemos.
Palavras do líder Carlos Augusto Rosado (DEM) alimentam a imaginação e discussões. Mas nem tudo que parece, é.
Peraí.
Vamos por ordem na casa e ajudar no entendimento do caso.
Ao declarar a vereadores, durante almoço em sua casa de praia (Tibau), que poderia apoiar a deputada estadual Larissa Rosado (PSB), à Prefeitura de Mossoró, Carlos não antecipou decisão. Nem revelou uma preferência sequer.
Longe disso.– Ela (Larissa) pode ser a nossa candidata – afirmou, ouvido diretamente por dois vereadores (veja AQUI).
O que o frase significa?
Craque no uso de signos, simbologias, metáforas, Carlos Augusto de novo joga com recursos da semiótica, no trato da política. Na verdade, usou a oportunidade – de forma bem planejada – para mandar um recado ao Palácio da Resistência, sede da Prefeitura de Mossoró.
Sua mensagem não foi para Larissa ou à mãe desta, deputada federal Sandra Rosado (PSB), "A poderosa". Contudo não deixa de ser um aceno. "Plano B". Ou última hipótese.
Marido da governadora Rosalba Ciarlini (DEM) e líder inconteste do seu grupo, Carlos Augusto quer desalojar a prefeita de direito e aliada Fátima Rosado (DEM), a "Fafá", da prefeitura. O tempo corre.
Ela, sob essa ótica, teria que renunciar ao cargo pelo menos nove meses antes do término do mandato, por volta no início de abril-2012.
Só assim é que o casal viabilizará a postulação da vice-prefeita Ruth Ciarlini (DEM), irmã de Rosalba, à sucessão. Ela, a preferida.
Manifestar hipótese de apoio à Larissa, é um instrumento velado de pressão.
A facção política de Fafá, comandada pelo agitador cultural Gustavo Rosado (PV), chefe de gabinete da prefeita, está com a espada de "Dâmocles" sobre a cabeça. Tem que decidir pela sua renúncia ou não até o início de abril do próximo ano.
Entretanto, a resposta que Carlos e Rosalba esperam, é para este ano. No máximo até julho-agosto. Depois…
É possível que isso ocorra?
Possível, é. Mas não é provável.
É possível que Carlos e Rosalba endossem candidatura de Larissa?
Possível, é. Mas não é provável.
Em algum tempo, futuro, os Rosado voltarão a ser um grupo monolítico, como no passado. Agora, a principio, não faz sentido. Ficam separados porque é bom para os dois esquemas, que na verdade são um só, sistêmico, oligárquico.
A tese é a que manifestei já inúmeras vezes, para plasmar esse raciocínio: não existe adversário à altura para enfrentá-los, nenhuma ameaça externa. A dicotomia, cada um de um lado, cabe bem ao grupo de Carlos e ao de Sandra.
Líder de vitórias paroquiais nas últimas quatro eleições, fazendo Rosalba duas vezes à prefeitura e Fafá em mais dois embates, o líder Carlos Augusto quer completar o quinto êxito consecutivo. Com uma diferença: para ganhar e levar, ao contrário do que aconteceu nas gestões da prefeita de direito Fafá, das quais foi isolado.
Portanto, seguidores de Larissa e de Sandra, que sonham com essa "quase nomeaç
ão" da deputada à prefeitura, tirem o "cavalinho da chuva". Preparem-se para uma disputa em frentes opostas e muito renhida, como foram as anteriores.É a leitura de hoje.
Amanhã, não sei. As "nuvens" da política continuam sobre todos nós.
Foto – Carlos e Sandra, primos e adversários. Até aqui. Uma parte de mim
é multidão:
outra parte estranheza
e solidão.
Uma parte de mim
pesa, pondera:
outra parte
delira.
Uma parte de mim
almoça e janta:
outra parte
se espanta.
Uma parte de mim
é permanente:
outra parte
se sabe de repente.
Uma parte de mim
é só vertigem:
outra parte,
linguagem.
Traduzir uma parte
na outra parte
— que é uma questão
de vida ou morte —
será arte?
Ferreira Gullar – Poeta maranhense
Seria possível o surgimento de um "tertius", nome alternativo e consensual dentro do próprio grupo?
E o apoio a alguém "de fora" estaria descartado?
No almoço de ontem em sua casa de praia em Tibau, com vereadores de Mossoró (veja postagens mais abaixo) e outros poucos convidados, pela primeira vez Carlos admitiu aceno para a "adversária" Larissa Rosado (PSB), deputada estadual.
Não pareceu uma afirmação em tom de blague ou sarcasmo:
– Ela (Larissa) pode ser a nossa candidata – afirmou, ouvido diretamente por dois vereadores.
Foi o sucificente para o vereador oposicionista Jório Nogueira esticar o braço direito a alertar Lahyrinho Rosado (PSB), do outro lado da mesa, quanto ao que ouvira: "´Viu`", Lahyrinho, ´viu` aí?"
Despertado, o parlamentar que é irmão de Larissa, tentou se imiscuir diretamente na conversa. Porém o mesmo Jório pôs-lhe freio: "Nâo, não se meta. Fique aí mesmo (…) Você é suspeito".
"A poderosa"Sem muita demora, o próprio Carlos é quem foi avisado por Lahyrinho, com telefone celular à mão, que uma pessoa em especial queria botar a prosa em dia:
– É ‘A poderosa’ – identificou o vereador.
Referia-se à sua mãe, deputada federal Sandra Rosado (PSB), prima e "adversária" política de Carlos Augusto.
O epíteto de "A poderosa" foi Carlos mesmo que adesivou na parlamentar. Mas é móvel. Vez por outra ele também o utiliza para grifar a vereadora Cláudia Regina (DEM), que participava do encontro.
Risadas seguidas e estridentes irromperam à mesa. Carlos e sua interlocutora pareciam compartilhar de alegria mútua. A sua gargalhada contagiou os mais próximos.
Veja a seguir:– Rosalba aposta em mudança de rumo no Governo do Estado.
– Não trabalha por problemas de saúde?
– O que estaria causando esses problemas de saúde em massa?
– Se são problemas forjados, quem os ajuda no embuste e quais as medidas quanto às supostas fraudes?
– Se a professora Amanda Gurgel está fora da sala de aula há tempos e o governo entende que é uma farsante, como educadora, quais providências vai tomar contra ela?
Nota do Blog – Engraçado… há poucos meses, dois senadores do Rio Grande do Norte pediram licença do Senado, alegando "problemas de sáude" e necessidade de tratamento, de modo a "legalmente" permitirem a posse de seus suplentes.
Lamentavelmente, parcela considerável da mídia não mostrou o mínimo rigor em cobrá-los por mais zelo pelo mandato e respeito ao próprio cidadão.
O Governo Rosalba Ciarlini continua errando feio na aposta do confronto e na desqualificação do servidor público.
Dificulta o diálogo com tamanha intolerância.
Pobre RN!
Mas outra vez foi visível o tom provocativo em suas palavras. De novo.
Reiterou a estratégia de desconstruir, por exemplo, a imagem da professora Amanda Gurgel (e dos grevistas), que virou ícone na luta dos grevistas da Educação, com repercussão nacional (ontem, por exemplo, no programa "Domingão do Faustão", da Rede Globo).
– Metade do magistério não trabalha; não dá aula – disse.
Acrescentou que a própria Amanda é um caso, rejeitando a tese da jornalista-entrevistadora Michelle Rincon de que esse quadro era devido "as condições de trabalho". Retrucou: "Não, não é só isso…"
O secretário lembrou que a folha de pessoal do Estado chega aos R$ 231 milhões e que o governo atual está fechando este mês compromissos que ainda derivavam de agosto do ano passado, como pagamento de férias.
Disse que o governo estava contendo despesas e tentando ampliar arrecadação.
Assinalou que logo no início da gestão, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) tomou medidas reduzindo cargos comissonados e com cortes em gratificações etc. Subliminarmente lembrou que "tudo vem do mesmo caixa", numa alusão aos gastos dos "outros poderes e órgãos", como Assembleia Legislativa, Tribunal de Contas do Estado (TCE) e Ministério Público.
Evitou, entretanto, lhes cobrar igual ou maior austeridade.
Nota do Blog – O secretário está com dificuldade de lidar com uma crise dessa envergadura. Falta de costume, não de inteligência e cultura.
Suas palavras são de dois pesos e duas medidas, além de certo desconhecimento da própria realidade escolar do RN e do Brasil.
Lidar em dois ou três turnos com salas lotadas, precárias condições de ensino, salários aviltantes, além de outros estresses, claro que deixa o professor em comprometimento de saúde.
Tentar diminuir a força da palavra da professora Amanda, é uma estratégia grosseira e intolerante, sobretudo pela dimensão nacional que sua imagem alcançou.
Seria interessante, sim, que o governo propusesse aos outros órgãos e poderes a colaboração que impõe ao servidor de carreira.
Eu escolhi uma entre muitas belas, para lhe presentear neste domingo, início de semana.
É com o Quinteto Violado, ótimo grupo pernambucano.
Mais do que súplica, é uma louvação ao meu pedaço de chão, espírito sertanejo.
(…) Quando o verde dos teus olhos se espaiá na plantação.
Eu te asseguro, não chores não, viu
Que eu voltarei, viu, meu coração.
Boa semana.
Inté!
Erasmo de Rotterdam
Para receber os 13 vereadores de Mossoró e alguns familiares, ao lado do marido e ex-deputado estadual Carlos Augusto Rosado (DEM), ela despojou-se do galardão de governadora. Mas nem aí, lógico, pode se livrar do ônus do cargo público.
Entre as mulheres vereadoras ou não, com outros circunstantes, o tema "crise" no Estado foi recorrente.
"É uma situação difícil, que encontramos, mas vamos superar; temos condições e estamos trabalhando para isso", disse.
Foto – Na foto, a governadora (de óculos), é ladeada da esquerda para a direita pelos vereadores Claudionor dos Santos (PDT), Cláudia Regina (DEM), Flávio Tácito (PSL), Maria das Malhas (PSL), Manoel Bezerra (DEM), Chico da Preifura (DEM) e esposa.
Quem será ou não candidato a prefeito pelo "rosalbismo"?
Carlos começou a dar pistas, que podem ser mensagens cifradas e "pegadinhas", durante almoço à tarde de sábado (21), em sua casa de praia (em Tibau) e da governadora Rosalba Ciarlini (DEM). (veja postagem mais abaixo AQUI)
Cobrado pelo vereador oposicionista mossoroense Jório Nogueira (PDT), sobre nomes, alguns mencionados pelo próprio parlamentar, Carlos abriu parênteses quando ouviu menção ao secretário da Cidadania de Mossoró, Chico Carlos (PV):
Jório voltou a pressioná-lo, de imediato, ladeando-o à mesa de almoço: "Você sabe, Carlos."
– Foi do governo… – citou o ex-deputado, genericamente, já escapando do assunto.
P.S – Ano passado, em plena campanha eleitoral, Carlos Augusto chegou a vetar participação de Chico Carlos em reunião com lideranças do governo municipal, quando se trataria de meios de reforço à campanha de Rosalba ao Governo do Estado.Veja detalhes clicando AQUI, na matéria "Carlos Augusto evita e veta Chico Carlos, nome de Gustavo."
Saiba mais adiante:– Carlos e Sandra Rosado, "a poderosa", dividem conversa em particular;
– Larissa é citada por Carlos Augusto como nome possível de "apoio";
– Rosalba diz acreditar em superação de crise em meio a almoço em sua casa de praia.