A bolinha que amarelou

Vi Brasil 2 x 2 Paraguai pela Copa América de futebol. Joguinho fraco, agora à tarde.

Outra vez a Seleção do Brasil decepcionou. Nem espetáculo, como muitos querem, nem objetividade, como o bom senso exige numa competição de curta duração como a Copa América.

Os pecados do Brasil são basicamente os mesmos do primeiro jogo, no empate chinfrim com a Venezuela em 0 x 0. O time brasileiro é um poço de vaidades, autosuficiência e arrogância.

A esperança da genialidade de Neymar esbarra na constatação de que ele é muito bom, mas não pode tudo. E, quando deveria ser objetivo, opta por firulas, acrobacias, piruetas e malabarismos dispensáveis.

O treinador Mano Menezes parece guardar lugar para Muricy Ramalho.

Não dá para entender sua insistência em colocar Pato  como centroavante de referência, uma posição que nunca jogou no Brasil e Europa.

Pelo menos percebeu, a tempo, que Robinho é uma farsa e não o colocou nesse segundo jogo.

Mas para o próximo jogo tudo é incógnita.

A bolinha do Brasil amarelou.

One thought on “A bolinha que amarelou”

  1. Carlos, parece que você leu meu pensamento.
    Pelo menos percebeu, a tempo, que Robinho é uma farsa.
    Concordo!
    O ruck residente no México seria uma opoção. Mas, não é patrocinado pelas grandes…
    É o que penso!

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