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Um sério temor que paira sobre a cabeça de vereadores

Bateu a apreensão em alguns vereadores na Câmara Municipal de Mossoró quanto ao futuro que se aproxima, velozmente. O temor é a reeleição em 2024.temor, medo, apreensão, psicologia, depressão,

Mudança em equipe, alteração em postura pública, prudência em plenário, ajuste no contato com o povo e observações quanto ao futuro partidário estão na pauta, entre outros pontos.

E tem mais: é bem provável que o número de vagas na Casa retroceda para 21 em vez das 23 da legislatura em vigor.

Em 2020, a CMM passou pela maior renovação de sua história com eleição de 17 novos parlamentares, num total de 23 vagas disponíveis. Apenas seis candidatos foram reeleitos (relembre AQUI).

Em 2016, 13 novos vereadores chegaram à Casa, porém com total de 21 assentos.

Veja AQUI mais detalhes sobre a dança das cadeiras nas eleições de 2016, 2012 e 2008.

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O triunfo do medo na prévia eleitoral mossoroense

Por Carlos Santos

O primeiro grande desafio da oposição em Mossoró não é vencer a prefeita Rosalba Ciarlini (PP), o rosalbismo/rosadismo e a estrutura da Prefeitura Municipal de Mossoró nas eleições de 2020. É um caso mais íntimo, do seu eu, que exige superação de um estado emocional preexistente.

Precisa ser, desejar ser. Ser minimamente oposição. Sentir-se capaz de representar um vasto contingente humano que não está satisfeito com o governo, governantes e o que eles representam. Uma parte considerável da população está dispersa e na orfandade. Sem governo, sem oposição.A campanha municipal de Mossoró começou há tempos. E quem apertou o start, acionando os propulsores turbinados dessa prévia não foi qualquer pretenso candidato oposicionista. A própria prefeita Rosalba Ciarlini arregaçou as mangas ainda no final do ano passado e, imediatamente, começou sua jornada eleitoral para 2020.

“Quem é coxo parte na frente”, ensina um conhecido provérbio de domínio público. Contudo é estranho que em vez de qualquer oposicionista, esses passos sejam dados por quem ostenta maior força.

Contraditório? Não.

Rosalba não conseguiu levar a chapa com seu filho Kadu Ciarlini (PP) sendo vice de Carlos Eduardo Alves (PDT) a uma simples vitória em Mossoró nos dois turnos, na disputa ao governo estadual. Desde então, age em várias frentes: mídia, administração e politica.

Dá demonstração de consciência da ameaça que a ronda e enfrenta com vigilante realismo um cenário que lhe é perturbador, apesar de favorável. É um receio consciente, mas inconfessável. Revela-se em atitudes, não em palavras.

Quanto à oposição, essa parece estar no “modo avião”: desligada.

Há alguma conversa de bastidores, continuada desarticulação e nenhuma atitude prática visível que aponte à montagem de uma composição competitiva e viável. Chapa, não um nome a prefeito apenas. Projeto, não um esboço de aventura.

“O rosalbismo/rosadismo não tem adversário até o momento, mesmo com profundo desgaste em imagem, números e votos recentes, mas vê fantasmas com rostos disformes em todos os lados”, destacamos na postagem “Entrincheirados, Rosados veem adversários em todos os lados“.

E a oposição, como enxerga os Rosados?

De baixo para cima. Com um temor paralisante e quase reverencial. Mais do que um constatação política, o que se diagnostica é um quadro de complexo de inferioridade, à procura de um divã psicanalítico.

Diferentemente da apreensão opositora, o rosalbismo/rosadismo se movimenta, age rápido, para evitar maior surpresa adiante. Seu medo é reativo, sobretudo porque tem pesquisas em mãos que lhe alertam para fazer algo, em face do desgaste pessoal da prefeita e de sua gestão.

Em 2016, quando venceu o pleito municipal pela quarta vez, Rosalba Ciarlini somou 67.476 votos (51,12%). A soma obtida pelos quatro adversários (incluindo o desistente candidato à reeleição Francisco José Júnior-PSD, prefeito à época) chegou a 65.114 votos (49.38%).

Rosalba teve apenas 2.362 votos a mais do que os contendores, cumulativamente. Uma maioria esquálida de 1.74% dos votos válidos.

Essa foi a distância que ficou entre a vencedora e os derrotados em 2016. Hoje, a realidade é ainda mais estreita entre oposição e governo, em face do próprio quadro administrativo municipal e outros fatores que fogem ao controle desses protagonistas.

O resto é medo.

* Veja amanhã: Quem vai decidir a campanha municipal de 2020.

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Falta de insulina de novo, outra vez, causa apreensão

Tresiba tem alta demanda e não é entregue (Foto: reprodução)

Pacientes que necessitam de insulina, em Mossoró, estão novamente aflitos. Eles e seus familiares estão apreensivos.

Recorrem ao Blog Carlos Santos para apelo público.

Outra vez, novamente, mais uma vez, de novo, como sempre acontece, falta insulina.

Problema está esticando há mais de 15 dias.

As promessas de retomada de estoque e distribuição não são cumpridas, dia após dia.

“Ficou de chegar semana passada e não chegou. Passou para segunda-feira (13) e não chegou de novo”, queixa-se um paciente.

Recado dado, denúncia feita.

Outra vez, novamente, mais uma vez, de novo, como sempre acontece, falta insulina.

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Eleições municipais podem ter desdobramentos delicados

A sucessão municipal em Grossos ainda não terminou.

A Polícia Federal fez autuações/apreensões delicadas na reta final do pleito, que podem provocar desdobramentos que comprometam o resultado das urnas.

Ministério Público Eleitoral (MPE) está no caso.

Foi reeleito o prefeito José Maurício Filho (PMDB), o “Mauricinho”, com apenas 38,30% dos votos válidos.

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