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Empresa corta gases por falta novamente de pagamento

A ING – Indústria Nordestina de Gases Eireli cortou hoje o fornecimento de gases medicinais à Prefeitura Municipal de Mossoró.

De novo, como dantes, por falta de compromisso no pagamento por seus serviços.

Ela fornece oxigênio medicinal, gasoso e ar comprimido e comunicou a Municipalidade previamente da decisão.

O débito é de R$ 93.804,50.

Refere-se ao cumulativo dos meses de agosto, setembro, outubro e novembro deste ano.

Mês passado já tinha ocorrido esse tipo de problema (veja AQUI).

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Após postagem, Prefeitura promete pagar empresa credora

A Prefeitura Municipal de Mossoró promete pagar dois meses de débito, em atraso, que tem em relação à Indústria Nordestina de Gases Eireli – ME.

Hoje, o Blog Carlos Santos publicou postagem atestando que a Prefeitura estaria devendo quatro meses à empresa, que é responsável pelo fornecimento de gases medicinais (Oxigênio Medicinal Gasoso e Ar Comprimido) à municipalidade (veja AQUI).

Fonte da PMM garantiu, que nessa quinta-feira(17) serão saldados mais esses compromissos, para não ocorrer suspensão na oferta dos produtos, como ameaçado pela empresa credora-prestadora de serviço.

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Empresa ameaça cortar gases medicinais; PMM se defende

A Indústria Nordestina de Gases Eireli – ME anuncia que passa a cortar a partir de amanhã (17 de novembro), o fornecimento de gases medicinais (Oxigênio Medicinal Gasoso e Ar Comprimido) à Prefeitura Municipal de Mossoró.

A empresa atesta que há atraso no pagamento dos seus produtos, ao longo dos meses de Julho, Agosto, Setembro e Outubro.

O montante da dívida passa dos R$ 200 mil.

Os produtos atendem às UPA’s (Unidades de Pronto-Atendimento) e outras áreas da Saúde Pública Municipal.

Nota do Blog – O Blog já acionou a assessoria da Prefeitura Municipal de Mossoró, à cata de sua versão para o problema.

Ei-la adiante:

O atraso se deu em virtude da falta de documentação da empresa. Por conta dessa permanente ausência da documentação, o município submeteu as notas para avaliação da Procuradoria do Município. Mas a liquidação da nota nãoo acontece no mês corrente.

Diante do parecer (positivo) da Procuradoria do Município, o processo de pagamento esta seguindo todos os trâmites e assim que for concluído será pago.  Vale salientar que as UPAs têm uma usina locada de oxigênio, que abastece as três que existem no município e o Samu.

Isso possibilitou uma redução no contrato milionário que o município tinha com empresas de oxigênio, de quase R$ 200 mil ao ano.

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