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Bandeira tarifária verde está mantida para este mês

Bandeira verde poderá continuar até o fim deste ano (Foto ilustrativa)
Bandeira verde é alívio para consumidor (Foto ilustrativa)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) definiu que a bandeira tarifária no mês de fevereiro continuará verde. Com isso, não haverá cobrança de custos adicionais na fatura de energia do consumidor.

De um modo geral, as chuvas foram mais favoráveis nos últimos 15 dias de janeiro, em relação à primeira quinzena desse mês, havendo uma recuperação do nível dos reservatórios das usinas nas regiões Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste e Norte. Dessa forma, não será necessário despachar as usinas termelétricas mais caras.

O mecanismo das bandeiras tarifárias foi criado em 2015 para indicar o custo real da energia. Ele reflete o custo variável da produção de energia, considerando fatores como a disponibilidade de recursos hídricos, o avanço das fontes renováveis, e o acionamento de fontes de geração.

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Bandeira tarifária verde garante energia sem custo extra

Bandeira verde poderá continuar até o fim deste ano (Foto ilustrativa)
Bandeira verde é um alívio para o consumidor que sofreu com elevações em 2025 (Foto ilustrativa)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou que não haverá cobrança extra nas contas de luz em janeiro de 2026. A bandeira tarifária será verde, o que sinaliza recuo no custo tarifário para o consumidor.

O sistema de cores da Aneel sinaliza as condições de geração de energia. Se chove pouco e as hidrelétricas geram menos, é preciso acionar usinas termelétricas, que são mais caras.

Histórico

Veja abaixo o histórico mensal do sistema de bandeiras tarifárias de energia elétrica neste ano:

Janeiro: A bandeira tarifária foi verde, indicando condições favoráveis de geração de energia e sem custo extra na conta de luz.

Fevereiro: A bandeira foi verde.

Março: Bandeira Verde.

Abril: A bandeira foi verde. Além disso, houve uma redução média de 0,32% para consumidores da Neoenergia Cosern no Rio Grande do Norte, a partir de 22 de abril.

Maio: Foi amarela, resultando em um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Junho: A tarifa de energia ficou mais cara devido ao acionamento da bandeira tarifária vermelha – patamar 1 pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Isso significa que houve uma cobrança adicional de R$ 0,04463 por quilowatt-hora (kWh) consumido.

Julho: Foi mantida a bandeira vermelha – Patamar 1 em vigor para o mês de julho de 2025. Houve cobrança extra de R$ 0,04463 por kWh consumido.

Agosto: Houve acionamento da bandeira tarifaria vermelha, no maior patamar, o 2, anunciou nesta sexta-feira (25) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Custo extra de R$ 7,87 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Setembro: A bandeira foi vermelha patamar 2, o nível mais alto do sistema, com acréscimo de R$ 0,07877 a cada kWh consumido.

Outubro: A bandeira permaneceu vermelha patamar 1, com custo adicional de R$ 4,46 a cada 100 kWh consumidos.

Novembro: A bandeira foi mantida em vermelha patamar 1, seguindo o mesmo acréscimo de outubro. 

Dezembro: A bandeira tarifária é amarela, com o consumidor pagando R$ 1,88 a cada 100 KW/h.

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Energia não terá cobrança extra pelo quarto mês consecutivo

Linhas de transmissão de energia elétrica (Foto: Cesar Olmedo/Reuters)
Linhas de transmissão de energia elétrica (Foto: Cesar Olmedo/Reuters)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou que não haverá cobrança extra nas contas de luz em abril.

A Aneel informou, no final da semana passada, que o volume de chuvas e as boas condições dos níveis dos reservatórios garantiram a continuidade da bandeira verde.

“Mesmo com a transição do período chuvoso para o seco, a geração de usinas hidrelétricas, mais barata que a geração térmica, continua em níveis estáveis”, afirmou a Aneel.

É o quarto mês consecutivo que a bandeira verde é acionada.

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Março tem bandeira tarifária sem custo adicional

Bandeira verde poderá continuar até o fim deste ano (Foto ilustrativa)
Bandeira verde vem desde dezembro (Foto ilustrativa)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) garante que a bandeira tarifária para março de 2025 é verde. Isso significa que os consumidores de energia elétrica não terão custo adicional nas contas de energia.

Desde dezembro de 2024, a bandeira tarifária permanece verde, refletindo as condições favoráveis de geração de energia no País. Com o período chuvoso, os níveis dos reservatórios melhoraram, assim como as condições de geração das usinas hidrelétricas. Dessa forma, o acionamento de usinas termelétricas, que possuem energia mais cara, torna-se menos necessário.

Implementado pela Aneel em 2015, o sistema de bandeiras tarifárias é uma ferramenta essencial de transparência, permitindo que os consumidores acompanhem, mês a mês, as condições de geração de energia no País.

A Aneel reforça que, mesmo com condições favoráveis de geração, é crucial manter bons hábitos de consumo para evitar desperdícios e contribuir para a sustentabilidade do setor elétrico.

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Dezembro não terá cobrança extra de energia elétrica

Bandeira verde poderá continuar até o fim deste ano (Foto ilustrativa)
Bandeira verde é um alívio para o consumidor (Foto ilustrativa)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou nesta sexta-feira (29) que não haverá cobrança extra nas contas de luz em dezembro.

A bandeira ficou verde de abril de 2022 até julho de 2024, quando foi interrompida com o anúncio da bandeira amarela, seguida de bandeira verde em agosto, vermelha, patamar 1, em setembro, vermelha, patamar 2, em outubro, e amarela em novembro.

Mesmo com o retorno da bandeira verde, sem cobrança adicional na conta, a Neoenergia Cosern chama atenção para a necessidade de adoção de consumo consciente de energia elétrica.

Nota do Blog – Que bom. Mesmo passando boa parte do mês fora do meu endereço residencial, em viagens, a conta veio perversa.

Junho tem bandeira verde de energia, anuncia Aneel

Consumo de energia pode ter mais redução, com bom uso de equipamentos, diz Cosern (Foto ilustrativa)
Consumo de energia pode ter mais redução, com bom uso de equipamentos, diz Cosern (Foto ilustrativa)

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou no fim da semana passada que não haverá cobrança extra nas contas de luz em junho, com a manutenção da Bandeira Verde.

Há mais de dois anos, os brasileiros não enfrentam mudança na bandeira tarifária. Porém, mesmo assim, a recomendação da concessionária do serviço no RN, a Neoenergia Cosern, é para que o consumidor não relaxe e siga fazendo economia.

A bandeira verde é válida para todos os consumidores do Sistema Interligado Nacional (SIN), malha de linhas de transmissão que leva energia elétrica das usinas aos consumidores.

Criado em 2015, o mecanismo das bandeiras tarifárias tem o objetivo de propiciar transparência ao custo real da energia.

O que significa cada cor e quanto custa?

Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,01874 para cada quilowatt-hora (kWh) consumidos;

Bandeira vermelha – Patamar 1: condições mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,03971 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Bandeira vermelha – Patamar 2: condições ainda mais custosas de geração. A tarifa sofre acréscimo de R$ 0,09492 para cada quilowatt-hora kWh consumido.

Bandeira verde é mantida, mas poderá sofrer reajuste adiante

Cosern - Grupo NeoenergiaA Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) confirmou que não haverá cobrança extra nas contas de luz em março, com a manutenção da Bandeira Verde.

Apesar disso, a Neoenergia Cosern chama atenção para a necessidade de adoção de consumo consciente de energia elétrica.

Desde abril de 2022 – portanto há 23 meses – a agência aciona a bandeira verde, o que se dá quando as condições de produção de energia hidrelétrica no país são favoráveis.

O que dita a bandeira tarifária são os níveis das hidrelétricas e o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) estima que os níveis das principais usinas do país podem chegar à metade, em abril, final do período seco, e atingir 36,1% em julho.

Se esse quadro se confirmar, com certeza virão reajustes.

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