As reformas Política e Trabalhista deveriam convergir, pelo menos num ponto, para consenso quanto à origem de manutenção de partidos e sindicatos.
Eles devem existir com contribuição espontânea de filiados e simpatizantes.
Dinheiro público e compulsório não deve sustentá-los e, na maioria dos casos, apenas à manutenção de uma casta parasita, oligarca e espertalhona.
Mas claro que quase todos os políticos e sindicalistas não pensam assim.
Eles têm razão.
Se vem dando certo, porque mudar.
Por isso essa boquinha será mantida, juntando os contrários.
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