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Construção civil espera formação de comitê gestor de PPP’s

Carlos Henrique lembra necessidade de comitê (Foto: Sinduscon/RN)
Carlos Henrique lembra necessidade de comitê (Foto: Sinduscon/RN)

Com a aprovação, de forma unânime, do Projeto de Lei 64/2022 pelos deputados da Assembleia Legislativa do RN, sobre o Plano Estadual de PPP’s, e a consequente sanção pelo poder executivo do estado, no começo de setembro, o que se espera agora é a criação do comitê gestor que trata a lei. O assunto urge.

“Agora com a lei sancionada, a perspectiva é de que o governo do estado  implemente o Plano Estadual de PPPs e também já instale o comitê gestor, na qual o público e o privado fazem parte do colegiado para efetivação da Lei,” afirma Carlos Henrique de Oliveira Dantas, vice-presidente de Parceria Público-Privado (PPP) e Concessões do  Sindicato da Indústria da Construção Civil (SINDUSCON/RN).

O Sinduscon/RN contribuiu desde o nascimento do esboço da lei. E quer mais.

“Fizemos estudos de players e cases de sucesso a nível de Brasil, para que trouxéssemos o que fosse de melhor, que realmente o privado tivesse interesse de investir naquilo que achar pertinente. Então, dentro desse grupo de trabalho, foram feitos os ajustes necessários, que achamos importantes e, de uma forma ou outra, demos nossa contribuição,” explica Carlos.

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Prefeito é processado por pagar obras incompletas

O Ministério Público Federal (MPF) em Assu ingressou com uma ação contra o prefeito de Pendências, Ivan de Souza Padilha; a Construtora Cageo Ltda.; e seu sócio-administrador, Carlos Henrique de Oliveira Dantas. O gestor é acusado de repassar recursos para construção de casas populares, à empresa, sem que a obra tivesse sido efetivamente concluída.

Um convênio firmado entre o Departamento Nacional de Obras Contras as Secas (Dnocs) e o Município de Pendências previa repasse de R$ 600 mil para construção de 40 casas populares e teve vigência de janeiro de 2009 a janeiro de 2012. Desse total, R$ 200 mil foram efetivamente transferidos à Prefeitura e o restante do repasse foi suspenso porque não houve conclusão sequer da etapa paga.

As casas seriam destinadas a famílias das comunidades Ilha de São Francisco, Massapé, Boa Vista, Pedrinha e Amargoso. A Cageo foi contratada, porém não construiu todos os imóveis e ainda utilizou material de baixa qualidade na obra, deixando diversas residências com problemas estruturais.

De acordo com a ação, assinada pelo procurador da República Victor Queiroga, fiscalizações da Controladoria Geral da União (CGU) apontaram que em algumas casas faltavam portas ou janelas e muitas apresentavam rachaduras.

O próprio Dnocs, em visita técnica ao local, constatou que apenas onze foram concluídas e nove apresentavam somente a alvenaria com cobertura de telha de cerâmica.

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