“Nada é para sempre. Nem mesmo os nossos problemas”.
Charles Chaplin
“Nada é para sempre. Nem mesmo os nossos problemas”.
Charles Chaplin
A máxima do gênio Charles Chaplin continua valendo para a política no pindorama brasileiro:
– A vida é um fato local.
Uma arenga provinciana, as questiúnculas paroquiais, tiveram mais relevância do que temas nacionais ou até mesmo estaduais.
O julgamento dos envolvidos no rumoroso caso do “mensalão” praticamente não arranhou a fuselagem do PT, principal partido implicado.
“A persistência é o menor caminho do êxito.”
Charles Chaplin
“Nosso cérebro é o melhor brinquedo já criado: nele se encontram todos os segredos, inclusive o da felicidade.”
Charles Chaplin
“A maior fonte de energia é a vontade de vencer as próprias limitações.”
Charles Chaplin
Nem sei lhe dizer o porquê, mas veio à mente, agora, duas Hannah de minha vida. Ambas, abstratas. Distantes, presentes.
A de Charles Chaplin, no “Último discurso” de “O grande ditador”, aparece como receptora de uma mensagem universal, numa sátira a Hitler e apologia ao pacifismo, ao humanismo.
Lembrei-me também de Hannah Arendt, a filósofa germânico-judia, que desafiou costumes e a ortodoxia judaica, para enxergar a violência sob outra ótica.
Identificou-a “na banalidade do mal”, ao verificar que o prisioneiro de guerra, Adolf Eichmann, não era uma encarnação de belzebu, mas parte de uma engrenagem social e política voltada para o genocídio.
Não sei se um dia terei uma Hannah de verdade. As duas, bastam-me. A de Chaplin, afetuosa e cândida; a filósofa, desafiadora.
Hannah!