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O tamanho de Aluízio Alves nos 100 anos de seu nascimento

Por Paulo Nascimento

Este 11 de agosto marca o centenário de nascimento de Aluízio Alves. Tive a honra de contar um pouco da história daquele que foi o maior líder político do RN no século passado, na reportagem que foi publicada no @theinterceptbrasil sábado passado, intitulada “O amigo americano”.

Revolucionário, Alves bateu à porta da Casa Branca para abrir caminho a investimentos e programas inovadores no RN (Fotomontagem BCS)
Revolucionário, Alves bateu à porta da Casa Branca para abrir caminho a investimentos inovadores no RN (Fotomontagem BCS)

Nascido e criado na Cidade da Esperança, que teve o início da construção durante sua gestão, cresci ouvindo histórias de AA. Minha família paterna foi uma das primeiras moradoras do bairro e meu avô materno, conterrâneo de Aluizio, foi seu correligionário a vida inteira.

Em quase um ano de pesquisa, percorrendo arquivos físicos e digitais, pude constatar o que foi o governo de Aluízio, em uma crônica que vai da Casa Branca a Angicos, da experiência do Método Paulo Freire em episódios que mostram como acontece a Política, com letra maiúscula mesmo.

Difícil será repetir-se, bem ou mal, o tamanho do que Aluízio foi para a política do estado e do Brasil naqueles dias.

Veja AQUI a íntegra da reportagem especial de Paulo Nascimento sobre Aluízio Alves e a relação com o presidente John Kennedy e os Estados Unidos, em seu governo estadual.

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Biografia de cantor será apresentada a mossoroenses

Sexta-feira (24), às 19h, no Matuto Lounge Bar, em Mossoró, acontecerá o lançamento do livro “O homem da feiticeira”, de Rafael Duarte.

Carlos Alexandre: sucesso (Foto: reprodução)

O livro é uma biografia do cantor potiguar Carlos Alexandre, um ícone da música romântica, ou brega, como depreciativamente é tratado o gênero.

O cantor morreu aos 32 anos em 30 de janeiro de 1989, num acidente de carro entre São José de Campestre e Tangará no RN, quando voltava de um show em Pesqueira, em Pernambuco.

Sucesso nacional

Ele pilotava o próprio carro, um Opala. Com ele, morreram dois músicos de sua equipe, Sérgio Souza e César Souza. Seu motorista, que alegara cansaço e fora substituído no volante pelo artista, escapou.

O velório ocorreu no ginásio de esportes do bairro Cidade da Esperança em Natal e o sepultamento no Cemitério do Bom Pastor, também em Natal, no dia 31 de janeiro de 1989.

Ele nascera na zona rural de Várzea e ainda muito jovem, 21 anos, despontou com sucessos no cenário nacional. Chamava-se Pedro Soares Bezerra. Carlos Alexandre era nome artístico.

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