Delegado de longo curso na Polícia Civil do Rio Grande do Norte, com enorme respeitabilidade em seu segmento, o bacharel Clayton Pinho chegou a ser cogitado para ocupar a titularidade da Secretaria de Estado de Segurança Pública e da Defesa Social (SESED).
Declinou.
Na segunda-feira (17), ele anunciou sua saída do cargo de delegado geral da Polícia Civil (veja AQUI).
Seguiu no gesto o então titular da Sesed, delegado da Polícia Federal Caio César Bezerra.
O cargo terminou caindo no colo da delegada Sheila Freitas (veja AQUI).
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O delegado Correia Júnior é o novo delegado geral de Polícia Civil do Rio Grande do Norte. Foi anunciado para compor cúpula da Segurança Pública, ao lado da também delegada Sheila Freitas (veja AQUI), apresentada dia passado pelo governador Robinson Faria (PSDD).
Ele já atuava como adjunto na Delegacia Geral de Polícia (Degepol) e assume após a saída de Clayton Pinho, que pediu exoneração do cargo na última segunda-feira (17) – veja AQUI.
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O nome da delegada da Polícia Civil, Sheila Freitas, é pule de dez para assumir a Secretaria de Estado de Segurança Pública e da Defesa Social (SESED). Mas não há confirmação ainda de sua ascensão.
Sheila é nome praticamente certo, mas com exigências (Foto: Tribuna do Norte)
Sheila pode ser secretaria, mas não pode ser Delegada Geral da Policia Civil, em substituição ao delegado Clayton Pinho (veja AQUI) que pediu exoneração.
Segundo a Lei complementar 270/2004 ( Lei Orgânica da Polícia Civil), a Delegacia Geral só pode ser ocupada por delegados especiais.
Sheila é delegada de 3ª classe, não estando enquadrada nesse patamar descrito pela lei.
Para assumir a pasta até então ocupada pelo delegado da Polícia Federal, Caio César Bezerra, que pediu exoneração (veja AQUI) no início da semana, não há impedimento algum.
Porém as informações de bastidores apontam, que ela cobra algumas providências e compromissos, para aceitar a titularidade da complexa Sesed.
Será, caso haja nomeação, o quarto nome a ocupar o cargo na gestão Robinson Faria (PSD).
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A Associação dos Delegados de Polícia do RN (ADEPOL) emitiu “Nota de Interesse Público” à manhã de hoje, se reportando ao pedido de exoneração apresentado pelo delegado Clayton Pinho, do cargo de delegado geral da Polícia Civil do RN (veja AQUI).
A entidade destaca liderança e comprometimento dele com categoria, mas assinala as precárias condições de trabalho dos delegados na tarefa que têm cotidianamente no RN
NOTA DE INTERESSE PÚBLICO
A Associação dos Delegados de Polícia-ADEPOL vem a público lamentar o pedido de exoneração do Delegado Clayton Pinho e reconhecer a sua corajosa e abnegada atuação enquanto esteve à frente da Delegacia Geral de Polícia Civil, exercendo suas funções pautadas nos pilares da transparência, probidade, impessoalidade e bravura, cobrando por mais investimentos para a Polícia Civil, como meio de se reduzirem os índices de criminalidade no Estado Potiguar.
Mais que um Chefe de Polícia, Pinho é considerado um líder pelos Delegados, não só pelo seu comprometimento com a investigação criminal, mas pelo seu destemor em diagnosticar as deficiências da Instituição e em alertar à população Potiguar que a permanência do reduzido efetivo policial, a tímida destinação de recursos e os constantes atrasos salariais acarretarão consequências trágicas à Segurança Pública potiguar, agravando ainda mais o quadro atual!
Os “investimentos” na Polícia Civil alcançam cifras mínimas que apenas geram o escárnio da criminalidade, sucateamento da instituição e fomento da impunidade.
Assim, a ADEPOL/RN vem a público agradecer os serviços prestados pelo Delegado Clayton Pinho, bem como reafirmar compromisso com a população potiguar de que os Delegados de Polícia não pouparão esforços para cobrar efetivas melhoras no serviço de Segurança Pública.
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A falta de efetivos é um problema comum em todas as unidades do sistema de segurança. Isso ficou evidenciado na primeira audiência pública da Comissão Especial para Elaboração de Estudos e Ações Sobre a Crise na Segurança Pública, na manhã desta segunda-feira (12), no plenário das comissões da Assembleia Legislativa.
Hermano Morais (centro) presidiu reunião que discutiu segurança pública (Foto: João Gilberto)
“A audiência foi muito proveitosa e esse é o nosso papel, ouvir as unidades que compõem o sistema para apontar as providências que precisam ser tomadas para melhorar as condições de segurança para a população. Mesmo diante da crise financeira do Estado, os serviços essenciais não podem sofrer com a falta de pessoal. Pelos relatos dos representantes das unidades, a falta de pessoal é um problema grave, pois o efetivo não atende ao mínimo do que é estabelecido pelos índices internacionais de segurança pública”, afirmou o deputado Hermano Morais (PMDB) presidente da Comissão.
A Polícia Militar, de acordo com o comandante do Policiamento Metropolitano, que representou o comando geral da Polícia Militar, coronel Jair Justino, só conta com um terço do efetivo necessário para atender Natal e a Grande Natal.
“O previsto era termos seis mil e 400 homens e atualmente só temos 2.100 policiais na região metropolitana.
Outro problema é o custeio para manter as despesas básicas”, disse o coronel.
Itep e Bombeiros
Já o representante da Policia Civil, Delegado Geral, Clayton Pinto afirmou à Comissão que a carência imediata daquele setor é pessoal, uma vez que só conta com 1.400 policiais civis para a capital e o interior “Além disso, 178 policiais civis estão prestes à aposentadoria, reforçou”.
Das unidades que trabalham com o setor de segurança pública, a situação mais grave é a do Instituto Técnico e Científico de Policia (ITEP). De acordo com as informações do seu diretor, Richard Palmeira.
A unidade só conta com 26 peritos quando necessita de 202. “No setor de perícia, o ITEP só conta com um psiquiatra. Um exame para esse setor está sendo agendado para 2018”, disse o diretor.
A melhor situação em termos de efetivo, entre as unidades que estiveram representadas na reunião de hoje é o Corpo de Bombeiros Militar. Mesmo assim, em 2015 contava com 632 homens e hoje está com 612 e “muitos estão se aposentando, de acordo com o subcomandante, Coronel Laurêncio de Aquino.
Participaram da reunião os deputados Tomba Farias (PSB) e Cristiane Dantas (PCdoB) , o Coordenador de Polícia Legislativa, coronel Francisco Araújo e o coordenador das Comissões, Procurador legislativo Sérgio Freire.
O Governo do RN se reuniu na manhã desta terça-feira (30), na Procuradoria Geral de Justiça com representantes do Ministério Público, Tribunal de Justiça e outras instituições para debater propostas para o sistema prisional potiguar. Um dos temas foi o empréstimo de R$ 20 milhões do judiciário estadual para o Fundo Penitenciário (Fumpern).
O valor está sendo destinado para a construção de um novo presídio com 600 vagas no município de Afonso Bezerra. A proposta sugerida pelo MPRN ao Governo do Estado foi utilizar esse recurso para a construção de unidades prisionais de menor porte em diversas cidades.
“O governo entende que é necessária a união de forças para melhorar o sistema penitenciário. Recebemos a sugestão do Ministério Público sobre a regionalização das unidades prisionais e entendemos que o método é eficiente para o controle dos apenados. Porém, esses recursos do Tribunal de Justiça tem a previsão legal e destinação para a nova penitenciária. O poder executivo vai tentar viabilizar outros recursos para atender a proposta”, explicou a secretária-chefe do Gabinete Civil, Tatiana Mendes Cunha.
Fundo Penitenciário
Outro ponto debatido entre as instituições foi a aplicação do Fundo Penitenciário. “É importante saber onde as multas estão sendo depositadas e acelerar a execução dos pagamentos das multas aplicadas aos condenados”, completou a secretária-chefe.
De acordo com Tatiana Mendes Cunha, o governo ainda se comprometeu em agilizar a tramitação do projeto de lei que prevê a liberação de recursos existentes em outros Fundos em favor da recuperação do sistema prisional.
Participaram da reunião os secretários estaduais da Justiça e Cidadania, Wallber Virgolino; da Administração, Cristiano Feitosa; o adjunto da Segurança, Caio Bezerra; o Comandante Geral da Polícia Militar, Dancleiton Leite; o Delegado Geral da Polícia Civil, José Clayton de Souza; além do Procurador Geral de Justiça adjunto, Jovino Pereira Sobrinho; o Juiz de Execuções Penais, Henrique Baltazar; a coordenadora da Pastoral Carcerária, Guiomar Veras e promotores do Ministério Publico.
A secretária estadual da Segurança Pública, Kalina Leite, aportou nessa segunda-feira (4) em Mossoró. Reuniu-se com oficiais militares e delegados da Polícia Civil, além de representação do Ministério Público do RN (MPRN).
Kalina Leite pela primeira vez se reuniu com segurança de Mossoró e região (Foto: cedida)
Com ela, Comandante Geral da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, Coronel PM Dancleiton Pereira Leite, Comandante do Policiamento do Interior (CPI), Coronel PM Wellington Arcanjo de Morais, e do Comandante do Policiamento Rodoviário Estadual (CPRE), Coronel PM Elias Cândido de Araújo,
Mais ouviu do que falou.
Quase nada para oferecer de forma prática ao combate à violência numa cidade que está aterrorizada pela violência, desde pequenos delitos a homicídios (ano mais violento da história, até aqui).
Estrutura
A primeira reunião ocorreu na sede do Ministério Público com a presença do Promotor de Justiça, Romero Marinho, do Comandante Geral da Polícia Militar, Coronel Dancleiton Pereira, Diretor de Polícia Civil do Interior, Clayton Pinho, do Secretário Municipal de Segurança e Defesa Civil de Mossoró, Tenente Coronel Alvibá Gomes, entre outras pessoas da segurança.
Em relação à Polícia Militar, os Comandantes apresentaram a estrutura operacional e administrativa, destacando os pontos fortes e as necessidades.
Cada Comandante realizou a respectiva apresentação, como o Tenente Coronel PM Humberto Hermógenes Pimenta, Comandante do 2º BPM, o Major PM Alessandro de Oliveira Gomes, Comandante do 12º BPM, Capitão PM Manoel de Lima Assunção, Comandante do 2º Distrito de Polícia Rodoviária Estadual (2º DPRE), além dos oficiais que apresentaram sobre a Companhia Independente de Proteção Ambiental (CIPAM), Regimento de Polícia Montada (RPMON), dentre outros.
Titular da Diretoria de Polícia do Interior (DPCIN), o delegado Clayton Pinho admite que o sistema de Segurança Pública do RN foi assumido em situação desoladora. Mas há ótimas notícias e alento. Nem tudo está perdido: há um sopro de esperança e ação.
Pinho: boas novas (Foto: Web)
Em conversa com o Blog, Pinho exalta o destemor e dedicação da secretária da Segurança e Defesa Social, Kalina Leite, nessa operação, além da prioridade imposta pelo governador Robinson Faria (PSD).
Os números da deficiência na Polícia Civil ainda assustam, reconhece. Entretanto, “a casa começou a ser arrumada”, diz.
Clayton Pinho adianta que 15 picapes S-10 e 120 Gol (1.6) estarão sendo disponibilizados em poucos dias à Polícia Civil. A restruturação das delegacias passam pela chegada de 400 PC’s (computadores de mesa) e impressoras. Reformas físicas dos prédios começam a ser planejada a partir da capital.
Vem por aí outra novidade: implantação gradual e sistêmica do “Inquérito Virtual”, um programa que coloca todas as delegacias em rede, agilizando informações e fechando o cerco à delinquência.
Essa modalidade de software (programa) existe em outros estados, com excelentes resultados.
Concurso
Ele também ilustra que “as diárias estão em dia, estimulando o pessoal”, e novos escrivães, delegados e agentes vão estar prontos no segundo semestre. “Eles passam por curso de formação. São 29 escrivães, 50 delegados e 100 novos agentes”, relata.
Cogita-se outro concurso para 2016, “mas que só terá quantidade de vagas definidas quando avaliarmos as condições do Tesouro, o que é tratado pelo governador, secretária e setores ligados às finanças do Governo”, explica ele.
Clayton Pinho evita ufanismo. Pés no chão quanto às dificuldades. O déficit de profissionais que se ampliou, há vários anos, continua grande “e não será coberto em curto e médio prazos”, avisa.
– Precisaríamos de 5.400 integrantes. Hoje, temos cerca de 1.400. É como se a Polícia Civil estivesse em permanente greve – dimensiona.
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O delegado regional de Mossoró, bacharel Clayton Pinho, participou nesta terça-feira (9) de reunião na Câmara Municipal de Mossoró com os vereadores do município para pedir apoio dos parlamentares para o trabalho desenvolvido pela Polícia Civil.
O delegado relatou que as condições de trabalho dos policiais são insuficientes para fazer frente à criminalidade de Mossoró, e afirmou que é necessário maior investimento para garantir tranqüilidade à população do município.
Os vereadores se comprometeram em cobrar mais investimentos para a segurança pública, bem como de desenvolver ações preventivas à criminalidade, nas áreas de lazer, educação, cultura, geração de emprego e outras.
Amanhã (terça-feira, 15), às 16h, o delegado Clayton Pinho, da Delegacia de Homicídios de Mossoró (DEHOM), e os advogados Paulo Cesário e Catarina Vitorino, presidente e vice-presidente da Comissão de Segurança Pública e Trânsito e da Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), irão receber os jornalistas para uma entrevista coletiva.
Será na própria sede da OAB em Mossoró.
A OAB/Mossoró vai fazer um trabalho de acompanhamento na Dehom, que vem perdendo efetivo ao longo dos últimos meses.
A intenção é evitar que haja novas perdas de efetivo e a DP acabe fechando.
A Dehom foi inaugurada em setembro de 2012. Ela já perdeu metade do seu efetivo e tem registrado redução na elucidação de crimes.
Elucidação de crimes
Em 2012, quando foi inaugurada, a especializada possuía um efetivo de 12 agentes, dois escrivães e um delegado, além de três viaturas.
Hoje, a equipe é composta por cinco agentes, um escrivão e um delegado, e apenas duas viaturas. Esse efetivo, muitas vezes, fica menor ainda. Policiais e viaturas são “emprestados” para outras delegacias da região.
Entre 2013 e 2014, a Dehom vinha apresentando índices de elucidação de crimes acima da média nacional.
No Brasil, 20% dos inquéritos são concluídos com autoria e 2% dos indiciados são condenados.
Na Dehom, o índice de elucidação variava entre 55% e 75%. A chamada taxa de atrito, que refere-se às condenações, alcançava 5%.
Uma comissão de jornalistas foi formada em Mossoró e reuniu-se com o delegado da Polícia Civil, Cleiton Pinho, nessa quarta-feira (19). Em pauta, o assassinato do cinegrafista José Lacerda, 50, ocorrido esta semana.
Lacerda trabalhava há 11 anos na TV Cabo Mossoró (TCM).
Comissão conversou com Pinho no dia passado
Os jornalista Esdras Marchezan, Erisberto Rego, Cezar Alves, Fábio Vale, Alcivan Villar, Marcelino Neto, Franscileno Gois, Marcos Garcia, Edivaldo Barboza e Thiago Santos compõem esse grupo.
Pretendem acompanhar e subsidiar trabalho do delegado, cobrando rápida elucidação do crime.
Nota do Blog – Aproveitem e se mobilizem para promoção de algo que está em atraso há décadas: criação de uma unidade sindical própria para Mossoró e interior, capaz de dar vazão às demandas da categoria, ensejar maior valorização da atividade profissional e do ser humano que existe em cada um.
A distância entre Natal e Mossoró não é de apenas 284 quilômetros, via BR-304. É ainda menor. Termina na Reta Tabajara – e olhe lá!
A vida de Lacerda não deve ser menos importante do que a de Santiago Andrade da Band, morto barbaramente no Rio de Janeiro, há poucas semanas, mas que deve dar bem mais “Ibope” para as entidades de classe.
Boa sorte na luta.
Esta página, modestamente, oferta espaço para apoio a movimento nesse sentido.
Cerca de 70 policiais civis e militares comandados por seis delegados, deflagraram durante toda manha desse sábado (5) em Apodi, no Médio Oeste potiguar, a “Operação Pente Fino”. Teve como objetivo fechar locais onde são realizadas apostas do jogo do bicho e de azar, casas de prostituição e combater crimes contra a propriedade imaterial e tráfico de drogas.
As investigações foram coordenadas pelo delegado Regional de Mossoró, Clayton Pinho, que também contou com o apoio operacional da Divisão de Policiamento do Oeste (Divipoe), sob comando do delegado Odilon Teodósio.
A operação contou com policiais de Apodi, Pau dos Ferros, Mossoró e outras cidades do Médio e Alto Oeste, como também da 2ª Companhia da Polícia Militar de Apodi, comandada pelo capitão Inácio Brilhante Araujo Filho, que mobilizou todo policiamento da região.
Várias pessoas foram detidas na operação de hoje
Durante a operação foram vistoriados vários locais de prostituição, sendo que 07 pontos foram lacrados. Foram apreendidos dezenas de blocos para apostas, quadros de divulgação de resultados e apostas feitas, cadernetas e mais de R$ 8 mil em dinheiro e vários cheques.
Levantamento
Segundo o delegado Clayton Pinho, que comandou a operação – primeiro foi feito um levantamento dos locais com filmagens, gravações, fotografias e depois policiais retornaram com mandados de busca e apreensão. Em todos os locais vistoriados foram encontrado indícios da prática de jogos.
Para o bom andamento da operação e não sobrecarregar a Delegacia de Polícia de Apodi, os delegados Clayton Pinho, Renato Oliveira, Luiz Fernando Sávio, Roberto Moura, se encarregaram de fazer o registro das ocorrências, ouvindo todos os envolvidos durante toda manha desse sábado. Os policiais foram estratégicos divididos em várias equipes para chegar ao mesmo tempo em quase todos os locais. Até para evitar que outros pontos fossem avisados.
Ao todo 45 pessoas foram detidas, ouvidas e, mais tarde, liberadas após assinarem um Termo Circunstanciado se comprometendo a comparecer em uma audiência na própria Delegacia de Policia de Apodi e no Fórum Desembargador Newton Pinto.
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Foram lavrados 02 flagrantes por Crime de Violação de Direito Autoral com a apreensão de cerca de 600 DVDS e 350 CDs piratas que estavam sendo comercializados na feira livre de Apodi.
Os policiais ainda apreenderam 04 (quatro motocicletas para averiguação), um Termo Circunstanciado por Crime Ambiental. Quatro flagrantes por Crime de Exploração Sexual e dois Termo Circunstanciado contra os dois maiores banqueiros do Jogo do Bicho na cidade de Apodi.
Todo o material apreendidos será encaminhado para uma perícia no Instituto Técnico e Científico de Polícia (ITEP-RN). As investigações vão continuar pela Delegacia de Policia Civil de Apodi e pela Divisão de Policiamento do Oeste (Divipoe).
Veja cobertura fotográfica abaixo, clicando no álbum de fotos da operação:
O delegado Renato Oliveira é o novo titular da Delegacia de Policia Civil de Apodi. A nomeação saiu na edição dessa quarta-feira (2), através da Portaria Nº 910/2011- do Gabinete do Delegado Geral da Policia Civil do RN no Diário Oficial.
O bacharel Renato Oliveira fora dispensado de suas funções como Delegado Titular da 1ª Equipe da Delegacia de Plantão de Mossoró e agora passara a comanda a DP de Apodi que também é responsável pelas cidades de Felipe Guerra, Itaú, Rodolfo Fernandes, Severiano Melo, todas no Médio Oeste potiguar.
Oliveira: experiência em Apodi e região
Em Apodi, Renato Oliveira substituiu o delegado Clayton Pinho, que assume a titularidade da Delegacia Regional em Mossoró. Clayton realizou excelente trabalho em Apodi e região e assim teve o reconhecimento do Delegado Geral de Policia Civil, Fábio Rogério Silva, que lhe prestigiou com a Delegacia Regional.
Renato Oliveira já foi delegado de Apodi por duas vezes e também fez um bom trabalho. Inclusive Renato foi quem inaugurou a Delegacia de Policia Civil de Apodi, sendo o primeiro delegado a trabalhar no território apodiense.
Apodi ganha um delegado experiente. Renato já passou pelas Delegacias de Policia Civil de Alexandria, Caico, Pau dos Ferros, Patu, Assu, Roubos e Furtos de Mossoró e outras unidades policiais.