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Morre Candinha Bezerra, nome muito ligado à cultura do RN

Candinha Bezerra deixa importante legado para a cultura do RN (Foto: Cedida)
Candinha Bezerra deixa importante legado para a cultura do RN (Foto: Cedida)

A Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Norte (FIERN), Assembleia Legislativa do RN e várias outras entidades e instituições diversas externam profundo pesar pelo falecimento da fotógrafa e produtora cultural Cândida Maria de Araújo Bezerra, conhecida como Candinha Bezerra, ocorrido nesta segunda-feira (13), aos 81 anos, nesta segunda-feira (13).

Ela era mulher do ex-senador, ex-presidente da Fiern e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Fernando Bezerra, e mãe do ex-presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do estado (SINDUSCON-RN) e diretor da FIERN, Sílvio Bezerra, além de Enio, Felipe e Eduardo.

Artista plástica, musicista, compositora e também professora de piano da Escola de Música, Candinha Bezerra deixa um valoroso legado no campo das artes de nosso estado.

Nota do BCS – Que dona Candinha descanse em paz.

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Deputado critica lobby contra mudanças em leis trabalhistas

O deputado federal Rogério Marinho (PSDB), que relatou a modernização das leis trabalhistas na Câmara dos Deputados, criticou nesta quinta-feira (26) a reação de alguns juízes, desembargadores e auditores fiscais do trabalho contra as modificações na lei aprovadas pelo Congresso Nacional e sancionadas pelo Executivo.

Rogério em Seminário da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em Brasília (Foto: divulgação)

Para o parlamentar, a mobilização de parte da magistratura é “um claro processo de sabotagem” e ressalta que “não é papel de juiz elaborar lei”, mas cumpri-la.

Na semana passada, a Associação Nacional dos Magistrados do Trabalho (ANAMATRA) divulgou uma espécie de cartilha sobre como interpretar a reforma trabalhista. Ao todo, foram produzidos 125 enunciados que contestam o texto aprovado em julho, que entra em vigor no dia 11 de novembro. Para os magistrados, ele é inconstitucional.

Cartilha e Constituição

Eles recomendam que isso seja seguido por procuradores e auditores durante o exercício da profissão.

Segundo Rogério, é normal que um juiz faça o “controle difuso da lei” e declare inconstitucionalidade de artigos.

Mas, “o que não é crível, democrático – afirma o parlamentar -, é que uma associação promova cartilhas ensinando a descumprir a lei. Parece-me uma desobediência civil, um claro processo de sabotagem, uma agressão à própria lei da magistratura. Isso não me parece correto do ponto de vista da Constituição”, disse o deputado durante palestra no Seminário Visões da Modernização Trabalhista, promovido pela CNI na sede da entidade, em Brasília.

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Dirigentes empresariais participam de votação em Brasília

O presidente da Federação das Indústrias do RN (FIERN), Amaro Sales, e o vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Flávio Azevedo, participarão nesta terça-feira (13), em Brasília, da reeleição, em chapa de consenso, do empresário Robson Andrade à presidência da CNI.

Os dois líderes empresariais potiguares serão reconduzidos aos mesmos cargos que ocupavam na Diretoria anterior da instituição.

O RN há vários anos tem presença destacada na diretoria da entidade.

Governadores em perigo para as eleições do próximo ano

Por José Roberto de Toledo (O Estado de São Paulo)

Em 2010, a eleição nos Estados apontou para a continuidade. Dos 27 governadores, 20 concorreram a um segundo mandato, e 13 deles foram reconduzidos ao cargo. Outros três elegeram seu candidato. Para 2014, a bússola virou de ponta-cabeça. Dos 15 governadores aptos à reeleição, só três podem confiar que estão no rumo certo para voltar ao palácio depois de passarem pelas urnas.

A pesquisa CNI-Ibope divulgada na sexta-feira forneceu o melhor mapa da sucessão estadual até agora. Pela primeira vez em três anos, todos os governadores foram avaliados simultaneamente. A sondagem não perguntou em quem o eleitor pretende votar, mas revelou o que os governados acham de seus governantes – e essa opinião é menos volátil que a intenção de voto.

A principal conclusão é que o ranking de 2013 é muito pior para a maioria dos governadores do que foi o de 2010: 11 estão devendo, 9 estão numa zona que não pode ser chamada de conforto, e dos 7 que estão realmente bem avaliados, 4 não são candidatos. A chave da pesquisa é o saldo de avaliação. Na eleição passada, ele mostrou-se o melhor fator para prever o resultado das urnas.

O saldo de avaliação é o que sobra, ou não, da popularidade do governador após levar-se em conta as opiniões negativas: é a taxa de ótimo e bom, descontada de quem acha o governo ruim ou péssimo. Essa classificação é melhor do que a simples pontuação pela taxa de ótimo/bom porque considera também o tamanho e a intensidade da oposição ao governante avaliado. Carma pesa.

Em 2010, o saldo médio dos governadores era de 31 pontos positivos – uma festa. Agora, é de 4. Quase um velório.

Na eleição passada, nove governadores tinham saldo igual ou superior a 45 pontos. Foi a nota de corte: todos se reelegeram (7 deles) ou elegeram seus candidatos (os outros 2). Hoje, só três governadores estão nessa faixa de quase certeza.

Veja matéria completa AQUI.

Quadro mostra situação de cada um dos 27 governadores do país

 

Queda na construção civil se acentua, diz CNI

Do portal da CNI (Confederação Nacional da Indústria)

A queda do emprego na indústria da construção foi mais forte em janeiro do que em dezembro. O índice de número de empregados do setor atingiu 45,8 pontos no mês passado frente a 46,1 pontos em dezembro de 2012, informa a Sondagem Indústria da Construção, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira, 21 de fevereiro.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100. Valores abaixo de 50 indicam atividade desaquecida, queda no emprego e atividade abaixo do usual. De acordo com o levantamento, a indústria da construção se mantém desaquecida desde o início do segundo semestre de 2012. A evolução do nível de atividade em relação ao usual para janeiro registrou 46,4 pontos.

O nível de atividade em relação ao mês anterior também ficou abaixo da linha dos 50 pontos, assinalando 45,6 pontos.

A utilização da capacidade de operação (UCO), que mede o volume de recursos, mão de obra e maquinário usados pelas empresas, atingiu 68%, com queda de um ponto percentual sobre dezembro.  Foi o menor nível da série iniciada em janeiro de 2012.

Segundo o economista da CNI Danilo Garcia, as expectativas de crescimento esperadas para o começo deste ano ainda não se concretizaram. “O que se observa é a continuidade do cenário mais negativo observado no fim de 2012”, complementa.

Apesar do fraco desempenho do setor, as expectativas dos empresários em fevereiro para os próximos seis meses ainda são positivas. No entanto, o otimismo é menor que o registrado em fevereiro do ano passado para todos os quatro indicadores de expectativas: nível de atividade; novos empreendimentos e serviços; compras de insumos e matérias-primas,  e número de empregados.

Veja matéria no portal da CNI clicando AQUI.