
O Partido Social Liberal (PSL), conhecido como o “partido do Presidente Jair Bolsonaro”, terá pela frente uma obrigação enorme nas eleições 2020.
Precisará confirmar nas urnas que seu crescimento estelar em 2018, puxado pelo fenômeno Bolsonaro, não é algo pontual e próprio de um contexto excepcional. Se minguar, dirá muito sobre seu papel adiante.
Em Mossoró, a legenda já definiu o nome do médico psiquiatra Daniel Sampaio como postulante à municipalidade.
Em Natal, maior colégio eleitoral do RN, ainda não se tem nada muito claro quanto à candidatura.
Eleitos
Paralelamente, o comando estadual do PSL se desdobra para ampliar ao máximo sua representatividade nos municípios.
O presidente do PSL-RN, coronel aviador Hélio Imbrósio Oliveira, já antecipou que o partido quer chegar a mais de 10o municípios e ter candidaturas majoritárias em pelo menos 50 (veja AQUI).
Nas eleições de 2018, o “efeito Bolsonaro” catapultou o coronel André Azevedo à Assembleia Legislativa do RN e o general Eliéser Girão à Câmara Federal, dois estreantes nas urnas e em cargos eletivos. Mas Azevedo já saiu da legenda, incomodado com seu comando.
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