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Colégio Dom Bosco faz 75 anos com programação festiva

O Colégio Dom Bosco é a concretização do sonho de Dagmar Miranda Filgueira, a qual, no ano de 1939 fundou o então Externato Dom Bosco, tendo sempre como inspiração a pedagogia do amor ao jovem, fruto do pensamento do Educador italiano Dom Bosco.

Ano após ano o trabalho desenvolvido por Dona Dagmar conquistava a sociedade mossoroense, fazendo crescer e frutificar a semente plantada no Externato Dom Bosco, que posteriormente foi alçado à condição de Ginásio Dom Bosco e após, de Colégio Dom Bosco, o que ocorreu com a valorosa colaboração de seu sobrinho, Genésio de Souza Filgueira Neto, o qual veio a somar neste projeto, se encontrando até os dias atuais à frente desta instituição de ensino.

Formando cidadãos

São 75 anos prestados à educação do Rio Grande do Norte, formando cidadãos e, acima de tudo, uma família. E é com esse espírito de família que o Colégio Dom Bosco comemora seu Jubileu de Diamantes promovendo o Baile do Reencontro, uma festa que será marcada pela emoção de rever aqueles que contribuíram muito para a concretização do sonho de Dona Dagmar: alunos, ex-alunos, professores e funcionários.

O Baile do Reencontro acontecerá no dia 08 de fevereiro de 2014, a partir das 22h no Requinte Buffet, espaço quartzo, com animação da Orquestra Harmony e ainda de Ewerton Linhares e banda MPBahia, com buffet completo e open bar. As senhas já podem ser adquiridas ao preço de R$ 75,00 (setenta e cinco reais) no próprio Colégio Dom Bosco.

Maiores informações pelos telefones:

(84) 3321-2136 – Colégio Dom Bosco

(84) 9936-0217 – Manoel Rebouças (Comissão da Festa)

(84) 8839-4268 – Sueelen Karla (Coordenadora da Comissão da Festa)

Nota do Blog – Vivi no Dom Bosco a aurora de minha vida. Passa um filme rápido; filme bom, que se diga.

Depois de tanto tempo, parece que ouço a voz superior e o olhar rigoroso de dona Dagmar, o zelo da professora Deusa (de quem guardo até hoje um livro, com dedicatória amável), o saber do professor Oscar e sua História (minha paixão até hoje), da professora Tamela e sua matemática que nunca consegui absorver (pecado meu, só meu).

São muitas lembranças de uma infância e adolescência para sempre. De amigos que conservo até hoje, de outros que não tenho o nome, mas parecem cruzar por mim todos os dias, como se fôssemos, ainda, meninos de calças curtas.

Estarei lá. Aguardem-me.

Em nome do saber e da virtude

“Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina”. (Cora Coralina)

“Dia do Professor”, segundo nosso calendário de datas comemorativas, é hoje.

Penso diferente. Vários professores são minha referência desde tenra idade. Assim, a louvação é diária. Sem data fixa.

Lembro de Oscar, professor de História; Tamela, de Matemática, por exemplo. Doaram-me o saber, respeito e afeto.

Guardo até mesmo um livro infantil, com dedicatória de uma professora, Deusa, que é minha companhia, presente amável que conservo até hoje.

Não sai da memória o zelo de Dagmar (Colégio Dom Bosco), paroxismo de educadora. Austera, sem perder a ternura. Espartana, sem deixar de ser elegante.

Alimento até o gosto de, um dia, com melhor carga de saber e maturidade, poder ser um de vocês: professor. Distribuir para espalhar. Ensinar para formar.

Tenho firme esperança ainda, que governantes e parte da sociedade deixem de vê-lo como rebotalho. Descumbram ser impossível avançar sem instrução de qualidade.

Quem sabe, alguns “líderes” até mudem o verbo “gastar” por “investir”, como mantra gerencial da coisa pública.

Professor, muito obrigado por tudo. Agradecido, continuo alistado na infantaria de sua luta; sou parte dessa cruzada em defesa do saber e da virtude.

Eis-me, eterno aprendiz.