Até aqui, não vi nenhum supertime na Copa do Mundo do Brasil.
Nada a encantar e a nos remeter a outros tempos e a legendas do futebol, como Holanda e Alemanha em 74, Brasil de 70, Argentina em 78 etc.
Nem mesmo a Holanda de Robben e Van Persie chega a parecer diferenciada e emblemática.
Seu placar assombroso de 5 x 1 contra a Espanha é algo sui generis. Jogassem dez vezes seguidas, dificilmente algo parecido iria se repetir.
Vendo o jogo em suas minudências e não apenas os gols, observamos que a Espanha esteve a ponto de dilatar o placar de um para dois a zero. A história daquele jogo poderia ser outra.
Argentina é dependente de Messi e tem alguns lampejos de craque de Di Maria, não mais.
Uruguai é uma decepção envelhecida.
A Espanha não está morta.
Alemanha e Portugal veremos hoje.
A França não parece ter aquele “algo mais”.
O Brasil, mesmo dependente de Neymar Júnior, tem futebol e ambiente propício para chegar ao título.
A Itália não deve ser ignorada por sua tradição, conjunto e técnica.
Enfim, mas nenhum super-time até aqui.
Uma copa de muitos gols, alguns lampejos de futebol arte, mas sobretudo sob o império da marcação cerrada e conhecidos atores.
Talvez não tenhamos grandes surpresas na final.