Em Mossoró, um fenômeno político a ser melhor entendido adiante é o “Monopólio do Êxito”, que tem o peso de dogma.
Nesse lugar, tudo que ameaça ter sucesso na gestão pública ou deu certo, tem narrativa com nome e sobrenome obrigatórios.
Se algo saiu errado, é culpa dos outros.
Garachués de gabinetes e proxenetas do jornalismo reforçam a construção dessa mitologia caricata.
Mas não são os únicos responsáveis por isso.
Tudo nasce da arrogância e ego doentios de quem não suporta a iniciativa, a competência e o valor alheios.
Mediocridade implícita.
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