O discurso de que pelo estudo se chega ao alto, pelo menos em termos de cargos públicos de alta remuneração, esconde intencionalmente uma outra verdade – insofismável: o ponto de partida não é igual para todos.
À grande maioria não faltaria apenas força de vontade. Ou inteligência. Faltam meios.
Ser juiz, promotor público etc., com boa retaguarda financeiro/familiar, bons colégios, cursinhos etc., deve ser menos difícil do que nascendo na periferia, em famílias desestruturadas, ocupando sala insalubres em colégios públicos e ambientes sociais muitas vezes inóspitos.
Nem todos têm a “sorte” de sair desse tipo de ambiente, dando salto vertiginoso em termos de emprego e renda.
Existem as exceções, mas são mesmo exceções.
Infelizmente.
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