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Guia da Faculdade do Estadão dá 5 estrelas para três cursos da Uern

Arte de divulgação da Uern
Arte de divulgação da Uern

A Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN) teve três cursos de graduação avaliados com excelência pelo Guia da Faculdade do Estadão 2025, obtendo cinco estrelas: Filosofia e Educação Física Bacharelado do Campus Mossoró, e Ciências da Religião, do Campus Natal.

Esse ranking é uma avaliação anual do ensino superior brasileiro realizada pelo jornal Estadão em parceria com a Quero Educação, uma das principais startups da área educacional do país.

O Guia da Faculdade utiliza uma metodologia conhecida como “avaliação por pares”, e analisa o projeto pedagógico do curso, o corpo docente e sua infraestrutura.

Além dos cursos com índice máximo, a Uern teve outros 42 bem avaliados em 2025, sendo 38 com 4 estrelas e quatro cursos com 3 estrelas – uma evolução significativa em relação ao ano anterior, quando foram avaliados 36 cursos, com três e quatro estrelas.

Somados aos recentes resultados das avaliações externas do Conselho Estadual de Educação, que atestaram excelência e conceito máximo em diversos cursos, esses dados reforçam que todos os cursos da Uern estão devidamente reconhecidos, garantindo à sociedade uma oferta de ensino público de qualidade, socialmente referenciado e comprometido com a formação cidadã.

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Se o patrimônio é público, é nosso! (Republicado)

No dia 6 de abril deste ano, às 11h57, este Blog publicou postagem com o título acima (Veja AQUI). Abaixo dele, um texto em defesa do patrimônio da coletividade e contra manobras ardilosas que visam desmanchar o serviço público, facilitando terceirizações muitas vezes criminosas, verdadeiros consórcios de larápios, sindicatos do crime.

Veja abaixo o teor do artigo, que parece atualíssimo:

Temos bolsões de excelência no serviço público e crescente melhoria em outros tantos. Mas em alguns outros, quase nada funciona. Por quê?

Entendo que a intervenção estatal pode dar respostas satisfatórias às demandas sociais. Basta ser cobrado, punir com rigor os maus servidores e incentivar quem queira ascender numa carreira baseada na qualificação, no interesse e em méritos, nunca no compadrio ou arranjo politiqueiro.

Na coisa pública, parece que a Saúde é ‘casa de mãe-joana’. Se não está satisfeito, peça para sair. Vaza! Inaceitável é maltratar o cidadão comum, que na prática lhe paga o salário.

No Hospital Materno-Infantil Maria Correia (Hospital da Mulher), em Mossoró, recentemente inaugurado, controlado por uma Oscip (organização civil que faz serviço público de forma terceirizada), tem médico e enfermeiro reclamando. Estão irascíveis porque são obrigados a trabalhar certinho. Não querem ser punidos por atrasos e outros desleixos.

Devem estranhar, porque no público muitos trabalham como bem entendem. Acham que não são empregados e que não possuem patrão. Se recebem uma punição, queixam-se ao chefe político e tudo é sanado em prejuízo à coisa pública.

Existe excelência no serviço público também sem Oscip, fundações, ONG´s etc. Polícia Federal, Advocacia Geral da União (AGU), Receita Federal, Previdência, Caixa Econômica (CEF), setor portuário e Correios (no passado) são exemplos de eficiência pública. A Petrobras é essa gigante transnacional que orgulha o Brasil, uma das maiores empresas do mundo, símbolo de eficiência.

O Banco Central virou paradigma, em meio à crise mundial no setor financeiro norte-americano e bancarrota europeia.

Onde há prioridade ao funcionamento técnico, os resultados têm aparecido. Onde a prioridade é politica, os resultados nós conhecemos.

As melhores universidades do país são públicas, vocês sabem? Vocês conhecem a excelência do Hospital Sara Kubistchek?

O público é viável.

O caminho do serviço público é a ‘meritocracia’, o planejamento estratégico, prêmio aos melhores e punição à escória. São alguns princípios da iniciativa privada que se fundem aos propósitos inequívocos do Estado do Bem-Estar Social, ou seja, o bem comum.

É-nos vendida a ideia de que tudo que é público é ruim, para que aceitemos a terceirização, ONGs, Oscips, fundações etc. como panaceias. Erro crasso que a propaganda dirigida espalha, tentando nos iludir com tal inverdade.

Há um monte de gente criticando o serviço público e uma multidão ainda maior querendo desembarcar nele. Que paradoxo, não? Risível.

Se o patrimônio é público, é nosso. Portanto, não permitamos que saqueadores, espertalhões e maus servidores destruam o que nos pertencem, facilitando a prosperidade de uns poucos.

O patrimônio público é nosso!