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Facção têxtil de Antônio Martins é vista como caso de sucesso

Carlos Santos, bom dia.

Sobre a postagem do cidadão chamado Freire, o convido para visitar a empresa têxtil no município de Antônio Martins (região Oeste do RN).

A mesma presta serviços a Guararapes Confecções S/A (Grupo Riachuelo) e está inclusa no programa Pró-Sertão.

Fábrica Fênix de Antonio Martins (Foto: Web)

Está em atividade desde 2011, no início produzindo apenas para a Hering do Brasil, atualmente para a Guararapes também. Se não fosse a Guararapes, nenhuma empresa têxtil do interior estaria em atividade, isto porque somente ela atualmente fornece peças suficientes para as pequenas empresas, de modo que posam ter receita mensal para honrar seus compromissos.

Organização

Outro ponto: produzir para a Guararapes, em especial, exige extrema organização, uma vez que periodicamente a mesma faz auditoria a fim de verificar as condições de trabalho, exigências que embora existam por parte das outras companhias, mas bem menores.

Portanto, caro, nos visite, conheça, veja também nossa página em rede sociais (Fábrica Fênix de Antonio Martins AQUI), antes de comentar algo que foge ao seu conhecimento.

O MPT (Ministério Público do Trabalho não está tendo bom senso.

César Amorim – Webleitor

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Prefeita teme fechamento de facção têxtil em município

Shirley: apreensão (Foto: Web)

Prefeita de Messias Targino (região Oeste do RN – conheça AQUI), Shirley Targino (PR) revela apreensão com a possibilidade de fechamento de facção têxtil em sua cidade.

Em conversa com o Blog Carlos Santos, ela recapitula que atraiu para cidade uma microempresária paraibana do setor. Sua iniciativa enseja hoje emprego de mão-de-obra local para 80 pessoas, com reflexos na economia de Messias Targino.

– Pelo menos 300 pessoas ou mais são beneficiadas direta e indiretamente com essa atividade – dimensiona.

Num período de seca prolongada como a vivida pela região, Shirley pondera que “o quadro seria ainda mais delicado sem essa facção têxtil”, uma atividade que pode e deve ser ampliada e não encerrada, como pode acontecer devido pressão do Ministério Público do Trabalho (MPT).

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