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Festival Gastronômico de Tibau é nesse fim de semana

II Festival de Gastronomia de Tibau - Vicente Nery, Nuzio Medeiros e a banda Chama as MeninasO II Festival Gastronômico de Tibau acontece nesse fim de semana na na Arena da cidade-praia a 42 km de Mossoró. O evento tem início nessa sexta-feira (28), às 18h, indo até o domingo (30).

A iniciativa da Prefeitura Municipal terá 35 estandes de serviços e gastronomia, além de espaços para exposição e negociação de artesanatos e outras atrações, como nomes da música.

Vão se apresentar na sexta-feira Henry Freitas, André Luvi, e a banda Robinzband,

No sábado (29), Waldonys, Felipão, Banda Inala e Alex do Acordeon.

No domingo, Vicente Nery, Nuzio Medeiros e a banda Chama as Meninas.

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Depois de tudo, pra frente – Brasil!

Por Carlos Santos

A Seleção do Felipão levou outra sova. Parece mulher de malandro. Apanha um dia, outro também.

Foi 3 x 0 para a Holanda, que nem precisou jogar tudo o que sabe e suar a camisa. Ficou com o terceiro lugar. Poderia ter ido à final. Tem futebol para isso.

Com menos de 20 minutos, o time brasileiro já perdia por 2 x 0 no Mané Garrincha, em Brasília.

“Apagão” 2? Depois dos 7 x 1 da Alemanha, o técnico afirmou que houve um “apagão” em pouco mais de seis minutos, que destroçou a equipe. A Holanda provou o que já sabíamos: não houve apagão algum, mas um blecaute continuado.

Time desarrumado. Sem criação. Perdido.

Time de Felipão parece que se reuniu minutos antes do jogo. Ele próprio não orientava mais.

As câmeras das TV´s mostravam jogadores reservas amontoados à beira do gramado, em alguns momentos do jogo paralisado, ontem, dando pitaco para os colegas que jogavam. Felipão, no meio do “bolo”, atordoado, tentando “colaborar”.

Lembrei-me de jogos estudantis, com toda a turma aglomerada à margem da quadra, dizendo o que os amigos deveriam fazer dentro dela.

Só vi o Brasil jogar bem o primeiro tempo contra a Colômbia. No segundo, desmoronou. Num lance isolado venceu com gol de falta. Pouco.

A culpa é da Alemanha, que começou a produzir “arianos”, a fina flor do futebol como Kroos, Muller e Schweinsteiger. Times como um Audi. Brincadeirinha.

Continuamos produzindo bons e excelentes jogadores, alguns craques. A “fábrica” é permanente.

O que o Brasil mostrou em campo reflete o atraso como conjunto. Maior prova disso é que levamos dez gols nas últimas duas partidas, tendo sem sombra de dúvidas uma das melhores defesas do mundo.

Se adiante repetirmos a fórmula, os resultados tendem a ser daí para pior.

Pra frente, Brasil!

Até o Brasil pode ser campeão, veja só!

Como tenho dito e repetido: Copa do Mundo do Brasil não tem qualquer supertime. Está nivelada, com oscilações e decepções de favoritas (vejas caso da Espanha) e surgimento de algumas surpresas, como Costa Rica.

Até o Brasil pode ser campeão, veja só.

A Seleção Brasileira tem o melhor miolo de zaga do mundo, um craque que desequilibra (Neymar Júnior) e não possui um único homem de criação em campo ou no banco.

E aí?

Faz-me lembrar de 94, time tetracampeão, com Romário e um amontoado de gente lá atrás.

Ganhamos nos pênaltis da Itália.

Baixo nível da Copa levou time de Parreira ao título àquele ano. O “Baixinho” fez o resto.

Em 2014, vinte anos depois, vejo um Brasil com lapsos de competência em alguns momentos da partida com Croácia e Camarões, relativo entusiasmo nos primeiros minutos contra o Chile.

Mas a grosso modo, não compensa roer minhas unhas ou qualquer sobressalto cardíaco.

Pecamos um pouco antes, na convocação, quando o autossuficiente Felipão deixou de chamar nomes que podiam oferecer maior experiência, maturidade e técnica, como alternativas à pobreza criativa, à falta de equilíbrio emocional e à prioridade à marcação tosca.

Aposta todas suas fichas no anêmico Oscar, em momentos de explosão de Hulk e no talento solitário de Neymar Júnior são escolhas de alto risco.

Do lado de cá, a gente fica na torcida. Futebol é realmente “uma caixinha de surpresa”.

Até o Brasil pode ser campeão, veja só!

Brasil conhece seleções que vai enfrentar em Copa de 2014

O Brasil conheceu nesta sexta-feira seus primeiros adversários na busca pelo sexto título mundial. Em sorteio realizado na Costa do Sauipe, Croácia, Camarões e México foram selecionados para enfrentar a seleção brasileira na fase de grupos da Copa do Mundo de 2014. Livre de um ‘grupo da morte’ no início da competição, os anfitriões podem encarar Espanha ou Holanda, integrantes do grupo B, logo nas oitavas de final.

Por ser país-sede do Mundial, o time comandado por Luiz Felipe Scolari era o único cabeça de chave que já tinha lugar definido antes do sorteio, integrando o grupo A, e fará o jogo de abertura da Copa contra os croatas no dia 12 de junho, às 17h (horário de Brasília), no Itaquerão, em São Paulo. Os demais confrontos da primeira fase serão em Fortaleza (17/06, às 16h), diante dos mexicanos, e em Brasília (23/06, às 17h), contra os camaroneses.

Os dois primeiros colocados da chave brasileira enfrentarão nas oitavas de final as equipes classificadas do grupo B, que conta com Espanha, Holanda, Chile e Austrália. A estreia dos espanhóis será contra os holandeses, em reedição da última final da Copa do Mundo. A grande probabilidade das duas seleções avançarem às oitavas deixa o Brasil como favorito com projeção mais difícil para o início do mata-mata.

O tão temido ‘grupo da morte’ acabou formado na chave D. Cabeça de chave, o Uruguai ganhou a companhia de Itália e Inglaterra, além da Costa Rica. Em contrapartida, o grupo H, integrado por Bélgica, Rússia, Argélia e Coreia do Sul, foi considerado o mais fraco.

Dentre as cidades-sedes da Copa, quem se deu bem foram São Paulo e Salvador. Além da estreia do Brasil, a capital paulista receberá o duelo entre os campeões mundiais Inglaterra e Uruguai. Já a cidade baiana será palco da partida entre Espanha e Holanda e do jogo entre Alemanha e Portugal.

Na questão do deslocamento pelo Brasil, quem mais viajará serão os Estados Unidos, que percorrerão 5.609 quilômetros em dez dias por jogar em Natal, Manaus e Recife. Já a Bélgica será a seleção que se deslocará menos durante a primeira fase do Mundial.

Saiba mais AQUI.

À espera de outro raio no Maracanã

Os 3 x 0 da Seleção do Brasil, consagrando-a em vitória sobre a Espanha, ontem no Maracanã, é um resultado para ser comemorado. Venceu realmente a que jogou melhor e cresceu dentro do torneio que é prévia da Copa do Mundo de 2014, a Copa das Confederações.

Mas a vitória em si não é bom presságio para a Copa do Mundo, que será no Brasil.

É estimulante e dá mais confiança ao grupo selecionado.

Antes da Copa de 2010, na África do Sul, o Brasil levou a Copa das Confederações vencendo a própria África do Sul.

Entretanto na Copa do Mundo, terminou eliminada pela Holanda, sem conseguir chegar à final.

O técnico Felipão e sua vasta experiência dão o tom do que deve ser feito até lá: é fundamental ter consciência de que falta muito para tornar o selecionado brasileiro à altura das exigências da disputa de 2014.

O time, em si, teve como maior virtude a disciplina tática, algo muito comum entre os europeus, mas historicamente uma dificuldade para brasileiros.

Certas peças cresceram na Copa das Confederações, outras não deram resposta à altura.

Em um ano, muitas oscilações podem e deverão ocorrer quanto ao conjunto. Individualmente, também.

Bem, mas deixemos isso para lá. A vitória de ontem foi um bálsamo.

Tetracampeão com talento, competência e uma noite em que tudo deu certo.

Que esse raio caia novamente no Maracanã, no próximo ano.

Amém!

Um time ainda em formação na entressafra

Brasil vive momento de entressafra de verdadeiros craques de futebol. Tem ótimos jogadores, mas só.

Hoje, uma dúvida na cabeça de Felipão, técnico do selecionado brasileiro: Ronaldinho Gaúcho ou Kaká?

É fogo.

Sou mais o Gaúcho.

Kaká conduz a bola em demasia, num time que já tem o Neymar para fazer isso.

Com Gaúcho temos o passe para o gol e criatividade. Os atacantes agradecem.

Os três jogos recentes na Europa, contra Inglaterra, Itália e Russa mostraram que o time ainda precisará de muitos acertos, mas a base está praticamente formada.

A Copa das Federações – este ano – será o laboratório definitivo para a montagem desse time para a Copa do Mundo de 2014.

Brasil atrás do tempo perdido

Vi Brasil 2 x 2 Itália, ontem.

Melhor em campo foi Júlio César, goleiro do Brasil, que salvou equipe de derrota.

Brasil fez 2 x 0 e cedeu o empate. Fred e Oscar marcaram.

Jogo valeu pela boa adversidade enfrentada. Itália está bem e em crescimento. Brasil, ainda se arrasta em formação, sem base definida.

Brasil com muitos erros de marcação, a partir da saída de bola da Itália – em que os três atacantes não se posicionavam no primeiro combate.

Defesa vulnerável nas duas laterais, sobretudo nas costas do lateral-direito Daniel.

Tendência é o técnico Felipão jogar com três zagueiros em algumas partidas, com David Luiz fazendo papel de líbero e a entrada de Thiago Silva na zaga, com Dante sendo mantido.

Do meio para frente, muitas indefinições.

A era Mano Menezes praticamente não deixou nada de positivo. Convocou dezenas de jogadores e não conseguiu ter um time ou padrão qualquer de jogo.

Felipão terá mesmo que correr atrás do tempo perdido.