Arquivo da tag: Fred

América perde invencibilidade; Globo vence em casa

O América perdeu sua invencibilidade na Série D. Sofreu placar adverso contra o Jacobina, no Estádio José Rocha na Bahia, neste domingo (11). Deon, no segundo tempo, marcou o gol da vitória por 1 x 0 do adversário baiano.

A partida foi válida pela 4ª rodada.

O destaque da partida foi o goleiro americano Fred, com uma série de importantes defesas durante o jogo.

O América segue líder isolado do grupo A9 com 9 pontos. O próximo compromisso da equipe de Natal é contra o Sergipe, dia 18 de junho, na Arena das Dunas, às 16h.

Globo vence

Em uma partida muito equilibrada nesse domingo (11) e com chances para os dois lados, o Globo-RN venceu o América-PE por 1 a 0 nesta 4ª rodada e assumiu a vice-liderança do Grupo A06 da Série D do Campeonato Brasileiro. Faltando apenas dois jogos para o fim da fase de grupos, o time potiguar depende apenas de si para avançar.

Com a vitória, o Globo-RN chega aos seis pontos e está atrás apenas do Parnahyba, que tem a mesma pontuação. Também com seis pontos, o América-PE caiu para o terceiro lugar.

O gol foi de Gláucio aos 24 minutos do primeiro tempo.

O Globo-RN vai ao Ceará enfrentar o lanterna Guarani de Juazeiro, enquanto o América-PE viaja ao Piauí para enfrentar o líder Parnahyba, no próximo sábado (17).

Com informações do Blog do Futebol do Interior

Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.

Façam a bola chegar até ele, o “matador”

Sem Neymar, condutor de bola, driblador/finalizador, Brasil precisará mais do que nunca dos gols de Fred contra a Alemanha, hoje, no Mineirão, a partir das 17h.

Façam a bola chegar até ele. É “Matador”.

Fred praticamente não foi acionado na área durante a Copa do Mundo.

Os laterais não o procuraram pela linha de fundo. Faltou o meia de assistência e o próprio Neymar raramente passou a bola para tabelinha.

Hoje tem que ter.

No Fluminense, Fred joga com o time para ele. Laterais Bruno e Carlinhos cruzam; Conca dá assistência em espaço curto, centralizado. O segundo atacante (Rafael Sobis ou outro nome) encosta, abre espaço, procura acionar o centroavante do time carioca.

Gols saem.

Klose, da Alemanha, artilheiro das copas com 15 gols, ao lado de Ronaldo, é de área. Finalizador. Seus gols são na maioria com um toque final, sem dribles ou movimentações fora da área .

Até aqui, adversários marcaram demais os laterais do Brasil. Não tivemos meia criativo.

Oscar jogou por margens do campo; Neymar conduziu bola em demasia.

Paulinho e outros cabeças-de-área não foram o “elemento surpresa” na área contendora.

Fazer gol é uma construção coletiva. É como se testemunhássemos uma linha de montagem automotiva: tem começo, meio e fim. Na alemã Volkswagem é assim. No Brasil não deve ser diferente.

É hoje. O Brasil pode vencer a Alemanha, um bom time, mas que também sabe o peso da camisa amarelinha.

Hexa, Brasil!

Vale o título, mesmo com pouco futebol

Vi Brasil 0 x 0 México. Placar irritante, mas normal, diante das circunstâncias do próprio jogo.

Claro que a torcida nacional utópica e míope quer goleada.

Ficou de bom tamanho. Poderíamos ter ganho, não fosse o iluminado goleiro Ochoa.

Sim, mas não me venha com aquele lugar-comum absurdo: “Se não fosse o goleiro…”

O goleiro faz parte do time; ele não é uma entidade à parte. É ele e mais dez. Portanto, sua boa atuação conta para o placar final.

No Brasil, de novo se repete o óbvio ululante: somos dependentes de Neymar, o Neymar Júnior.

Pelo visto, fez falta o Hulk na sustentação do meio de campo e proximidade com ataque.

Paulinho está fora de ritmo, aquém do que fora na Copa das Confederações. Por que não testar Hernanes ou mesmo Fernandinho?

Daniel Alves, na ala direita, é apenas esforçado. Pode surpreender com um gol, com uma jogada alçada na área, mas nem de longe é aquele ala dos bons tempos do Barcelona.

Temos uma defesa que parece inexpugnável com Thiago Silva e David Luiz. O goleiro Júlio César vai passando confiança. Na frente da zaga, Luiz Gustavo é discreto, mas seguro.

Mas existiu um vácuo entre defesa, meio de campo e ataque, em que Fred ficou isolado e os que entraram não conseguiram mostrar muito mais, como Bernard e Jô. Oscar não repetiu o show contra a Croácia.

Contra Camarões teremos um jogo teoricamente menos complicado, com boas possibilidades de vencermos. Entretanto daí para frente, o que não for remendado, vai estourar.

Até aqui, nenhuma outra seleção parece disparadamente melhor do que a brasileira. Temos Alemanha (boa performance contra Portugal) e Holanda um pouco acima em termos de qualidade. Porém nada de espetacular. A primeira é até mais sólida, homogênea, como comum aos times alemães.

As demais, do mesmo nível da verde-amarelo ou abaixo.

Se lá atrás continuarmos sobrando, os ajustes no meio e na frente podem fazer a diferença até o título. Contudo estou convicto de que dificilmente teremos espetáculo e cada jogo precisaremos mais de um Neymar Júnior para decidir, o que a grande maioria das seleções não tem.

Vale o título.

É o que importa.