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Deputado e prefeito ‘acertam’ silêncio após briga no braço e com garrafa

Luiz Eduardo e Júlio César atração em Pirangi, bem longe da política (Fotomontagem do G1)
Luiz Eduardo e Júlio César atração em Pirangi, bem longe da política (Fotomontagem do G1)

O prefeito de Ceará-Mirim (RN), Júlio César Câmara (PSD), e o deputado estadual Luiz Eduardo (SDD), fizeram voto de silêncio após a briga que travaram, com troca de socos, garrafada e, agarrados ao chão, no sábado (27) em Pirangi (praia de Parnamirim-RN). Em suas respectivas redes sociais, parece que combinaram evitar mexer no assunto.

Não deram um pio.

Os dois são adversários políticos e alimentam desavença pessoal que veio aos píncaros em Pirangi. Câmara fez Boletim de Ocorrência e discorreu no registro que foi surpreendido por agressão com uma garrafa, pelo deputado em primeiro mandato.

Já Luiz Eduardo, ex-prefeito de Maxaranguape, relatou ao G1 RN que foi xingado quando circulava para banheiros e respondeu à altura. Ou seja, os dois dialogaram na porrada.

Nota do BCS – Na torcida para que o episódio, seguido de sumiço de ambos, sinalize reflexão sobre o excesso bilateral e para que não repitam o péssimo exemplo. Homens públicos que resolvem suas diferenças no braço, provavelmente estão na atividade errada.

Ah, por favor não me entendam mal! Minhas palavras são apenas de ponderação. Com físico de canário-belga e canelas de talo de coentro, não estou em condições de enfrentar nenhum dos dois afobados lutadores, digo, políticos.

Poupem-me.

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Empréstimo pode dar jeito à espinhela caída e até nó nas tripas

Prestador de serviço da Prefeitura Municipal de Mossoró liga para um interlocutor credenciado da municipalidade.

Há meses à espera de pagamento por trabalho realizado à gestão da prefeita Rosalba Ciarlini (PP), ele faz nova investida: cobra o devido. Mas dessa vez, o lero-lero é outro:

– Tenha só mais um pouco de paciência que vai dar tudo certo. Com esse empréstimo de R$ 150 milhões que foi aprovado (veja AQUI), a gente vai atualizar  tudo.

Incrédulo, o credor logo encerra o diálogo. Sente-se um trouxa. Com razão.

Percebeu que o “enrolation” ainda vai ser desfiado por muito tempo, agora com a panaceia dos R$ 150 milhões.

Vai ser um remédio para muitos males. Assemelha-se àquelas garrafadas à venda em feiras pelo sertão, que têm serventia para espinhela caída, frieira, piolho, nó nas tripas, chaboque nos dedos, dor nos zovos, hemorroida, estalecido, esquecimento, chanha, vista cansada, pirrola amolecida, farnesim e outras doenças.

Só não mostra muito resultado para curar mentira.

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O poder não pode tudo… nem com “garrafada”

Apenas um alerta aos poderosos, que pensam que podem tudo e acreditam na força da “máquina” pública como “panaceia” (remédio para todos os males):

– O poder não pode tudo.

Se pudesse, o candidato do Palácio da Resistência (sede da Prefeitura de Mossoró) à sucessão da prefeita de direito, enfermeira Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, seria Chico Carlos (PV) – secretário da Cidadania do Município.

Chico Carlos, em todas as pesquisas encomendadas pelo palácio e outras que pululam na imprensa, aparece sempre com menos  de 1% de intençes de voto. Sempre.

Toda a estrutura de mídia e propaganda foi destinada à projeção de sua imagem, sem qualquer resultado satisfatório até aqui. Nem terá.

A panaceia da máquina pública tem seus limites, como as "garrafadas"

Superexposição queima. É como ficar além da conta sob o sol.

Se os donos do poder não se cuidarem, quando perceberem algumas mudanças no ânimo e no humor da sociedade, será tarde para remendos ou fórmulas mágicas.

Será que o povo aguenta mais um embuste, um faz-de-conta, um prefeito eleito e outro para mandar?

Será que voltaremos aos tempos das feiras sertanejas, em que um de seus maiores sucessos era a “garrafada”, porção gosmenta vendida como remédio para várias mazelas, de “espinhela caída” a piolho, de lombriga a “farnesim”?

Bom ficarmos atentos aos sinais de resistência a novas fraudes políticas, a novos estelionatos eleitorais.