Carla Araújo (Do UOL)
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) começou o governo com um time de alguns superministros. Um deles, Sergio Moro, carregava a bandeira do combate à corrupção e virou inimigo ao pedir demissão.
Outro, Paulo Guedes, chamado de posto Ipiranga, tinha carta branca para conduzir a política econômica do governo. Agora, amargando derrotas e constrangimentos, Guedes acompanha os altos e baixos do presidente. Ora recebe afagos. Em outros momentos vê agrados de Bolsonaro aos seus antagonistas.

Saiu da equipe de Guedes justamente o ministro que tem atraído a atenção e ganhado protagonismo ao lado do presidente: Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional).
De fala mansa e apontado por todos na Esplanada como bom articulador, Marinho teve o apoio do ministro quando esteve à frente da Secretaria da Previdência. Com a aprovação da matéria, cacifou-se para ganhar novo status de conselheiro do presidente.
Auxiliares dizem que os dois tinham um excelente relacionamento enquanto Marinho era subordinado de Guedes. Mas a relação teria azedado após o ex-secretário virar ministro e acabar “traindo” a agenda reformista. O sentimento de Guedes pelo colega de Esplanada hoje é de “mágoa”.
Ao defender a retomada de obras paradas, Marinho tem dito que sua pasta não está propondo gastar mais recursos da União e sim que são necessários recursos para concluir as obras, “mas nada que extrapole a legislação ou ultrapasse teto de gastos”.
Ele tem batido na tecla de que 2020 é um ano de excepcionalidades fiscais por conta da pandemia do coronavírus. O discurso agrada o presidente.
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