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RN é campeão em violência ao longo de dez anos

Do G1

Estudo divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta segunda (5) revela a dimensão da violência no país e Rio Grande do Norte. No estado, entre 2005 e 2015, taxa de mortes por cada grupo de 100 mil habitantes aumentou 232%.

Entre os anos de 2005 e 2015, o Rio Grande do Norte é o estado brasileiro que registrou o maior crescimento da taxa de homicídios (232%), maior variação entre pessoas negras assassinadas (331,8%), e ainda aparece em primeiro quanto aos jovens entre 19 e 25 anos que perderam suas vidas para a criminalidade (292,3%).

Nestes 10 anos, apenas oito estados mais o DF tiveram queda na taxa de homicídios: Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo.

Este último, registrou a maior baixa na taxa, com queda de 44% no período.

Saiba mais detalhes clicando AQUI.

Nota do  Blog – Como este Blog tem repetido incansavelmente: atribuir a Robinson Faria (PSD) toda a responsabilidade por essa carnificina, é desconhecimento de causa, miopia seletiva ou estupidez mesmo.

Paulatinamente fomos sendo condenados a essa situação, por sucessivos governos.

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Estatuto reduz compra de armas legalizadas

Jornal da Globo (Rede Globo de Televisão

O Estatuto do Desarmamento levou a uma redução da proporção de pessoas que compraram armas de fogo no Brasil nos últimos dez anos, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada.

Em três décadas, os brasileiros compraram 1,5 milhão de armas de fogo.  O Estatuto do Desarmamento impôs restrições ao registro, porte, posse e comercialização. A conclusão dos pesquisadores do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) é que a lei e as campanhas para aplicar o Estatuto produziram resultados.

O Ipea comparou as pesquisas de orçamento familiar feitas pelo IBGE em 2003, pouco antes da entrada em vigor da nova lei, e em 2009, e descobriu uma queda acentuada no consumo de armas: de 57 mil para 37 mil por ano. A redução foi significativa em quase todas as regiões, mas no Sul do país houve aumento (+21,9%).

“O que aconteceu depois do Estatuto foi uma redução de 40% na venda de armas e um aumento de 11% do valor, o que é consistente com a ideia que o Estatuto restringiu a oferta de armas”, diz Marcelo Neri, presidente do Ipea.

A pesquisa revelou que, em três estados onde houve uma redução na criminalidade, Rio de Janeiro, São Paulo e Pernambuco, ocorreu também uma queda no comércio de armas. Um dado, porém, preocupa: 54% das armas ainda são vendidas na clandestinidade.

Veja reportagem completa AQUI.

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Nota do Blog – Essa pesquisa é carregada de distorções da realidade.

Os dados não apontam – por exemplo – quantas armas, legalizadas, aparecem em registros criminais.

Quem está desarmada é a população trabalhadora e teoricamente honesta, que paga impostos, labuta etc.

O bandido está mais armado do que nunca. Anda com pistola, submetralhadora, escopeta, AK-47, bazuca…

A própria pesquisa admite que 54% das armas ainda são vendidas clandestinamente.

Se é admitido esse percentual, pode apostar em números mais relevantes. E quem compra a arma ilegalmente?

Brasil de faz-de-conta. Quanto cinismo.