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Federação empresarial tem novo presidente a partir de hoje

José Maria era vice-presidente Foto: FCDL/RN)
José Maria era vice-presidente (Foto: FCDL/RN)

Inicia hoje, segunda-feira (2), a gestão do empresário José Maria da Silva como presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Norte (FCDL/RN). O mandato será de três anos e tem como vice-presidentes os empresários, Afrânio Miranda, de Natal, Stênio Max, de Mossoró, Anderson Elias, de Currais Novos, e José Lucena, de Natal.

José Maria da Silva assume a Federação propagando o propósito de trabalhar as potencialidades dos municípios e regiões do Estado como ferramenta de desenvolvimento socioeconômico, fortalecer institucionalmente e economicamente as CDLs do RN, desenvolver o comércio nos municípios, e promover a capacitação do setor e das pessoas que trabalham no segmento.

Natural de Apodi, região Oeste do Rio Grande do Norte, José Maria atua no ramo de Água Mineral e farmácias. O empresário tem um longo relacionamento com o associativismo e o movimento lojista brasileiro.

Há mais 30 anos é associado da CDL/Apodi, atuando como diretor da entidade. Foi presidente da CDL em Apodi e ocupava o cargo de vice-presidente da FCDL-RN na gestão anterior, do empresário Afrânio Miranda.

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CDL de Natal presta solidariedade à Loja Havan

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Natal manifestou agora à tarde, através de nota institucional, solidariedade ao empresário Luciano Hang, dirigente da Loja Havan. Segundo a ótica da entidade, ele “vivenciou hoje a burocracia brasileira para se empreender neste país”, numa referência ao impedimento da inauguração dessa empresa na capital (veja AQUI), por exigências do Corpo de Bombeiros Militar do RN (CBMRN) – veja AQUI.

Veja abaixo:Nota de Solidariedade

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal se solidariza com o empresário Luciano Hang que vivenciou hoje a burocracia brasileira para se empreender neste país. Foi mais uma vítima da falta de padronização de processos para liberação de alvará de funcionamento, clareza nas normas e celeridade nos processos.

Infelizmente esse não é um problema único do Rio Grande do Norte. Só quem empreende sabe o quão burocrático é o processo de abertura de uma empresa.  Enfrentamos leis subjetivas, com variáveis interpretações, fiscalizações constantes, sem padrão de regras, tudo muda conforme o fiscal, perdemos tempo e dinheiro, consequentemente deixamos de gerar emprego e renda para o Estado. Isso porque não estamos falando aqui dos tributos, fato que afugenta dezenas, para não dizer centenas de empresas de empreender no Rio Grande do Norte.

Os gestores públicos sejam eles municipais, estaduais ou federais necessitam entender que a atividade de empreender significa desenvolvimento e prosperidade.  Não podemos tolher o empreendedor, dificultar o desenvolvimento econômico, a geração de emprego e renda nesse país. Temos milhares de desempregados no Brasil, e somos nós, os empresários, que podemos mudar a realidade de muitos pais e mães de famílias com nossos negócios.

A CDL Natal trabalha exaustivamente para a desburocratização dos processos. Somos cumpridores das leis, e orientamos nossos associados para fazer o mesmo. Contudo, sabemos diariamente, a partir de relatos, que existem excessos.

Nos solidarizamos com a Havan e nos colocamos à disposição para ajudar no que for necessário para solucionar os problemas e facilitar a comunicação e entendimento da empresa com o Corpo de Bombeiros.

A notícia que queremos dar é sobre vendas, contratações, empregos diretos e indiretos gerados. Trabalhamos pelo desenvolvimento e por isso não podemos nos calar diante de excessos.

José Lucena – Presidente da CDL Natal

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Segmento afetado por pandemia defende Programa de Apoio

O Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares do Rio Grande do Norte (SHRBS-RN) reuniu políticos, empresários e associados nessa quinta-feira (2), para tratar o Projeto de Lei (PL) nº 210/2021, de autoria do vereador Kléber Fernandes (PSDB). Ele institui em Natal o Programa de Apoio a Bares, Restaurantes, Buffets, Casas de Recepção e Eventos.

Reunião aconteceu nessa quinta-feira (Foto: SHRBS)
Reunião aconteceu nessa quinta-feira (Foto: SHRBS)

O presidente do SHRBS-RN, Habib Chalita, explicou que o projeto é importante para o segmento natalense que foi duramente afetado pela pandemia da Covid-19. Assim, vão ter acesso à isenção do pagamento de impostos e taxas municipais proporcionais ao tempo em que ficaram fechados.

De acordo com o projeto, as taxas e tributos que poderão ser isentados para esses estabelecimentos são: Taxa de Localização, IPTU, Taxa de Lixo, Taxa de Iluminação Pública e Licença de Termo de Permissão de Uso pela utilização de calçadas e outros espaços públicos.

Participaram ainda do evento o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (FECOMÉRCIO/RN), Marcelo Queiroz; presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), José Lucena; da Associação de Empresários do Alecrim, Matheus Feitosa; presidente da Câmara Municipal do Natal, Paulinho Freire (União Brasil), além de empresários do setor e associados ao SHRBS-RN.

Nota do Canal BCS (Blog Carlos Santos) – Importante proposição do vereador Kléber Fernandes. O setor realmente duramente atingido, e ainda se recupera, pela pandemia.

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Empresariado dá sugestões e pede socorro ao estado

Representantes de entidades empresariais do RN entregaram conjuntamente, nesta quinta-feira (19), pauta reivindicatória e de sugestões ao Governo do Estado. É um documento que chega à mesa da gestão Fátima Bezerra (PT), com eclosão da pandemia do coronavírus e suas consequências sanitárias e para economia estadual.

Liderados pelo presidente do Sistema Fecomércio RN, Marcelo Fernandes de Queiroz, representantes das quatro maiores entidades representativas do comércio, serviços e turismo do estado foram recebidos pelo secretário-chefe do Gabinete Civil do RN, Raimundo Alves Júnior e pelo secretário de Tributação do Estado, Carlos Eduardo Xavier.

Meio circulante está encolhido devido coronavírus e imagem de clientela nas ruas é só em fotografia (Foto: G1/arquivo)

Junto com Queiroz estiveram o presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do RN (FCDL RN), Afrânio Miranda; o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Natal (CDL), José Lucena; e o vice-presidente da Federação das Associações Comerciais do RN, Schiavo Álvares.

Veja abaixo síntese do documento:

1. Incluir a parcela estadual de tributos incidentes sobre as empresas optantes pelo Simples no diferimento de pagamento pelo prazo mínimo de três meses. Vale ressaltar que as 178 mil empresas optantes pelo Simples representam 96% do total dos empreendimentos potiguares e, somente nos últimos quatro anos, abriram 24 mil novos postos formais de trabalho;

2. Instituir o diferimento, por um período mínimo de três meses, do recolhimento do ICMS devido pelas empresas do segmento;

3. Incluir na campanha oficial de esclarecimentos e orientações à população que vem sendo preparada por este Governo, sugestões para que as pessoas mantenham, na medida do possível, vida normal, fazendo suas compras de produtos e serviços desde que atentem para os cuidados básicos já amplamente divulgados para evitar contaminações. Também inserir a sugestão de que, ao fazerem compras pela Internet, as pessoas possam priorizar as empresas potiguares;

4. Manter e ampliar o transparente e agressivo programa de ajuste da política tributária estadual, que assegure às empresas locais condições de igualdade competitiva em relação aos estados vizinhos, seja nas vendas ao próprio governo (em suas três esferas), seja nas vendas diretas ao consumidor. Registre-se que várias medidas neste sentido já foram adotadas por este governo;

5. Apresentar, com urgência, uma proposta detalhada de calendário para pagamento de todos os valores devidos a fornecedores dos segmentos de comércio e serviços do Estado;

6. Redobrar os esforços para manter em dia o pagamento dos salários e benefícios dos servidores públicos, levando-se em conta que tal pagamento responde por um volume mensal da ordem de R$ 450 milhões injetados na economia potiguar, o que representa cerca de 26% de todos os salários formais pagos no RN;

7. Avaliar a conveniência de envolver as entidades signatárias nas incursões que busquem sensibilizar grandes players do mercado a participar, de maneira ativa, do futuro novo leilão de concessão do Aeroporto Aluízio Alves;

8. Reativar a redução do ICMS incidente sobre a energia elétrica dos empreendimentos turísticos, a exemplo do que já ocorre para a indústria. Cumpre ressaltar que este segmento é um dos mais atingidos pelo atual cenário de imposição do isolamento social;

9. Operacionalizar, por intermédio da Agência de Fomento do RN, uma linha de microcrédito com taxas de juros diferenciada e carência mínima de 90 dias para o início do pagamento das parcelas;

10. Permitir que os fornecedores que tenham valores a receber do Governo possam receber cartas garantidoras de crédito, no limite de valor de R$ 80 mil, a ser concedido por intermédio da AGN;

11. Prorrogar, por um período mínimo de 90 dias, todas as licenças e alvarás de funcionamento das empresas, sem ônus para os empresários;

12. Realizar mais e maiores investimentos em inteligência, pessoal e equipamentos na área da segurança pública;

13. Dar prosseguimento e celeridade às reformas estruturantes tão necessárias ao equilíbrio fiscal do estado do Rio Grande do Norte, ampliando-as no âmbito administrativo, tributário e previdenciário.

Por fim, os signatários do documento destacam que “o estado do Rio Grande do Norte precisa também voltar o olhar, com atenção devida, para as pautas, problemas e soluções apontadas pelo documento “Mais RN”, entregue ao Governo do Estado e referendado pelas entidades do setor produtivo potiguar. O documento sugere medidas de médio e longo prazos que são primordiais para evitarmos um mergulho ainda mais profundo em uma crise financeira, fiscal e social, bem como para promoção do desenvolvimento sustentável e longevo do Estado”.

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