Um grupo de ex-funcionários da Porcellanati Revestimentos Cerâmicos Ltda. (Mossoró) faz nova mobilização pública. Dessa feita, começaram agora pela manhã.
Protesto é o segundo promovido por trabalhadores que lutam por seus direitos (justos) que não foram pagos (Foto: cedida)
Realizam protesto em frente à Justiça do Trabalho, na Alameda das Carnaubeiras, 833 – bairro Costa e Silva.
É o segundo movimento (veja AQUI) que realizam, cobrando decisão judicial que atenda cerca de 200 ex-trabalhadores que estão sem receber direitos trabalhista dessa empresa catarinense que fechou sua fábrica em Mossoró em 2014.
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.
No próximo dia 15 (quarta-feira da próxima semana), um grupo de ex-funcionários da Porcellanati Revestimentos Cerâmicos Ltda. (Mossoró) fará nova mobilização pública. Dessa feita, logo a partir das 8 horas.
Pretendem realizar protesto em frente à Justiça do Trabalho, na Alameda das Carnaubeiras, 833 – bairro Costa e Silva.
Ex-empregados da Porcellanati fizeram protesto público interditando BR-304 no dia 28 (Foto: cedidas)
A movimentação é uma forma de sensibilizar a Justiça Trabalhista à necessidade de mais de 200 trabalhadores que perderam o emprego e não receberam ainda seus direitos.
No último dia 28 de janeiro, eles já tinham se reunido em frente à unidade fabril da empresa e bloquearam um trecho da BR 304 – Saída de Mossoró para Tibau-RN e Fortaleza-CE.
Investimento milionário
O objetivo era chamar a atenção das autoridades competentes, sobre a dilapidação do que restou do patrimônio da empresa, que ainda pode garantir os seus direitos trabalhistas.
A Porcellanati começou a funcionar, a partir de dezembro de 2009, com investimento de R$ 120 milhões, sendo R$ 51 da Sudene, R$ 21 milhões do Banco do Nordeste e o restante de outras fontes.
A estimativa de produção era de 1 milhão de metros quadrados de piso, por mês. Nunca atingiu a meta de produção máxima.
Em abril de 2014, quando produzia a metade da produção estimada, teve suas atividades paralisadas por corte do fornecimento de gás e energia, em virtude da falta de pagamento dos serviços, quando empregava cerca de 400 funcionários.
Saiba mais sobre a Porcellanati em Mossoró clicando AQUI.
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter clicando AQUI.