Quem provoca a minha memória, mais uma vez, é o amigo Ribamar Freitas.
Comandante-em-chefe do “Oba Restaurante”, ele instiga:
– Carlos, não esqueçamos Lauro Rosado, o “Lauro da Antarctica”.
Verdade.
– Hoje faz sete anos da morte dele – relembra Ribamar.
Os gratos e justos são assim: não esquecem nunca.
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