“O ignorante espanta-se do mesmo que o sábio mais admira.”
Marquês de Maricá
“O ignorante espanta-se do mesmo que o sábio mais admira.”
Marquês de Maricá
“O ódio e a guerra que declaramos aos outros gasta-nos e consomem a nós mesmos.”
Marquês de Maricá
“O ódio e a guerra que declaramos aos outros gastam-nos e consomem a nós mesmos.”
Marquês de Maricá
“A vingança do sábio desatendido ou maltratado é o silêncio.”
Marquês de Maricá
“Sabei escusar o supérfluo, e não vos faltará o necessário”.
“A inveja de muitos anuncia o merecimento de alguns.”
Marquês de Maricá
“O insignificante presume dar-se importância maldizendo de tudo e de todos”.
Marquês de Maricá
“Os ingratos pensam minorar ou justificar a sua ingratidão, memorando com frequência os vícios e defeitos dos seus benfeitores.”
Marquês de Maricá
“Os maldizentes, como os mentirosos, acabam por não merecer crédito ainda que digam verdades.”
Marquês de Maricá
“Quando a cólera ou o amor nos visita a razão se despede.”
Marquês de Maricá
“Há muitas ocasiões em que a mesma prudência recomenda o aventurar-nos.”
Marquês de Maricá
“O luxo, assim como o fogo, tanto brilha quanto consome.”
Marquês de Maricá
“É mais fácil maldizer dos homens do que instruí-los e melhorá-los.”
Marquês de Maricá
“Os homens geralmente preferem ser enganados com prazer a ser desenganados com dor e desgosto.”
Marquês de Maricá
“Há muita gente que, assim como o eco, repete as palavras sem lhes compreender o sentido”.
Marquês de Maricá
“Os homens têm geralmente saúde quando não a sabem apreciar, e riqueza quando a não podem gozar”.
Marquês de Maricá
“O louvor não merecido embriaga como o vinho”.
Marquês de Maricá
“O medo e o entusiasmo são contagiosos”.
Marquês de Maricá
“Há homens para nada, muitos para pouco, alguns para muito, nenhum para tudo.”
Marquês de Maricá
“Os que reclamam para si maior liberdade são os que ordinariamente menos a toleram e permitem nos outros.”
Marquês de Maricá
“Nada agrava mais a pobreza do que a mania de querer parecer rico”.
Marquês de Maricá
“Custa menos ao nosso amor-próprio caluniar a sorte, do que acusar a nossa má conduta.”
Marquês de Maricá