Do Blog Visor Político (Alex Viana)
No Tribunal de Contas do Estado (TCE) o uso do órgão como moeda eleitoral é tratado com reservas por parte dos conselheiros. Procurado por O Jornal de Hoje, o presidente da Corte de Contas, conselheiro Valério Mesquita, disse que preferia não emitir nenhum juízo de valor.
“Cabe à opinião pública julgar o ônus e o bônus”, afirmou após insistência da reportagem.
O conselheiro Carlos Thompson disse esperar o cumprimento da Constituição no aspecto do que os requisitos exigem para o preenchimento de cargos de tamanha relevância: possuir mais de 35 anos e menos de 65 anos de idade, idoneidade moral e reputação ilibada, notórios conhecimentos jurídicos, contábeis, econômicos e financeiros ou de administração publica e mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional, que exijam os conhecimentos acima mencionados.
Nota do Blog – Estou em dúvida: é para soltarmos boas gargalhadas ou chorarmos?
O TCE está na iminência de receber um novo componente, saído de possíveis negociações (por favor, não confundir com negociata) na política mossoroense, mas seus integrantes acham tudo normal.
Então, tá!