Não deliremos!
Eleições não vão promover renovação se nomes ou hábitos.
Políticos e partidos são os mesmos, em ambiente ótimo para charlatões, novos e velhos “salvadores da pátria”, alquimistas que vendem fórmulas milagrosas em campanha.
Sem reforma política, sem maior controle social, continuaremos vítimas de partidos que deveriam ser enquadrados como organizações criminosas.
Tivéssemos sociedade crítica, democracia sólida e legislação firme, alguns partidos seriam proscritos pós-Lava Jato.
São firmas criminosas, reitero.
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