Faleceu o radialista e amigo muito querido George Wagner (George Wagner Leite Dantas), 55.
Foi a primeira notícia que recebi nesta segunda-feira (8).
Triste, abatido com esse fato.
George era natural de Areia Branca, Filho de José Dimas Dantas e Maria do Socorro Leite Dantas, tendo seis irmãos – entre eles o ex-radialista e apresentador de TV, além de ex-deputado federal Paulo Wagner.
Começou no rádio no início dos anos 80, na Rádio Difusora de Mossoró, com uma voz poderosa e educada.
Mas para mim, o melhor dele era a capacidade de fazer e conservar amigos, com um sorriso encantador. Cara do bem de verdade.
Que perda.
Doente renal, à semana passada passou por cirurgia em Natal. Hoje veio o infortúnio. Não temos maiores detalhes até aqui.
Depois atualizaremos nesta mesma postagem.
Que descanse em paz!
* P.S – Seu velório será no centro de velório Plasp, próximo ao Museu Municipal Lauro da Escóssia – a partir de 10h. O sepultamento acontecerá ainda nesta segunda-feira, às 16h, no Cemitério São Sebastião, Centro de Mossoró.
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O Museu Municipal Lauro da Escóssia realiza a partir da próxima terça-feira (15) programação alusiva à Semana da Fotografia. O evento terá como tema: “Manuelito Pereira, o retratista”, uma homenagem ao fotógrafo mossoroense considerado uma das maiores referências para o segmento.
A programação é aberta ao público e inicia às 9h com apresentação da banda de música Artur Paraguai e exibição do documentário “Manuelito, o fotógrafo”.
As atividades seguem durante a semana nos turnos matutino e vespertino com visitas ao acervo fotográfico de Manuelito, oficinas e palestras. A programação encerra no sábado (19) com uma mesa redonda, que vai contar com a participação de profissionais da fotografia de Mossoró.
História
Manuelito Pereira dos Santos Magalhães Benigno (17/08/1910-10/08/1980) nasceu em Fortaleza e faleceu em Mossoró. Desembarcou na cidade já com o ofício de fotógrafo em 4 de outubro de 1933, para trabalhar no Foto Escóssia.
A partir daí seu nome e seu trabalho passaram a se confundir com a própria história da cidade, sendo um valioso documentarista do cotidiano mossoroense em seus mais diversos ângulos.
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Em um esforço para salvar a coleção Mossoroense, representantes da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Câmara dos Dirigentes Lojistas de Mossoró(CDL) e Sindicato do Comércio Varejista de Mossoró (Sindivarejo) reuniram-se na manhã de quinta-feira, às 09h, com a secretária municipal da cultura Isolda Dantas. A reunião aconteceu no gabinete da secretária.
Contou com a presença dos presidentes das entidades e também com o presidente e mantenedor da Fundação Vingt-um Rosado, Dix-sept Rosado.
150 mil livros
As entidades buscam firmar uma parceria público-privada para salvar, conservar e tornar acessível ao público a Coleção Mossoroense, um dos maiores acervos do mundo com mais de 150 mil livros e que possui valor histórico e cultural incalculáveis para o município e para o Brasil. Atualmente parte do acervo está acolhido no “Museu do Sertão” e o público não tem acesso aos títulos.
Dirigentes empresariais estiveram com secretária hoje pela manhã (Foto: cedida)
As entidades sugerem colocar o acervo na parte superior do Muse Municipal Lauro da Escóssia, um local amplo que comportaria o acervo completo. Os custos de manutenção e manuseio do acervo seriam divididos entre o município, a iniciativa privada e a própria fundação.
Além de abrigar o acervo completo o espaço do museu seria usado também como um memorial dedicado ao criador da coleção, Vingt-un Rosado e abrigaria itens pessoais do intelectual potiguar e máquinas antigas usadas na impressão dos livros. A secretária de cultura avalia, entretanto, que essa proposta traz consigo algumas dificuldades, a primeira delas é a questão da acessibilidade.
Espaço
“O prédio do museu é tombado pelo patrimônio histórico e não pode ser modificado, ao mesmo tempo a lei exige que todo prédio público tenha acessibilidade”, explica. Ainda segundo Isolda outro problema é a existência de um acervo próprio do museu. Ele seria acomodado no mesmo espaço que a coleção Mossoroense seria abrigada, é preciso avaliar o tamanho do acervo do museu para poder ter ideia se o espaço tem condições de abrigar ambas as coleções.
Ela sugeriu que o acervo fosse para a Bliblioteca Municipal Ney Pontes Duarte. Mas o espaço não comportaria a coleção.
Tudo o que foi discutido na reunião precisa ser chancelado pelo prefeito de Mossoró, Francisco José Júnior, para tanto a secretária Isolda comprometeu-se com a fundação e as entidades no sentido de pleitear as propostas junto ao chefe do executivo.
Gostei da nova configuração do Museu Municipal Lauro da Escóssia, em Mossoró.
Devolvido à comunidade depois de cerca de 12 anos em processo de desmanche, ganhou nova configuração, com maior interatividade com o público, sinalização ótima, muitas informações e reordenamento temático.
O empreendimento reinaugurado ao final da gestão da prefeita de direito Fátima Rosado (DEM), a “Fafá”, ainda vai ganhar um café a ser instalado em seu pátio interno, nos fundos da estrutura coberta.
Ah, muita gente criticou as cores utilizados no imóvel! Eu gostei.
E, sejamos sinceros: é uma discussão menor.
A embalagem não pode valer mais do que o conteúdo.
Mossoró pode se ‘orgulhar’ de ter uma “Cracolândia” só sua. A área escolhida por viciados e traficantes é o entorno do ex-Museu Municipal Lauro da Escóssia que há mais de 10 anos está se desmanchando, na lúdica “Capital da Cultura”.
Consumo e tráfico de crack acontecem à céu aberto. Uns, sequer fazem questão de camuflar o vício e o produto desse flagelo humano sem precedentes no Brasil.
Muitos consumidores não aguentam levar a pedra no bolso para mais longe. O consumo é feito por lá mesmo.
Em certos horários, é fácil localizarmos levas de verdadeiros zumbís vagando no trecho, que se alonga até a Praça da Redenção, onde fica outro símbolo de nossa cultura, a Biblioteca Municipal Ney Pontes Duarte. Pouco mais de 200 metros – ou menos – separam um endereço do outro, em pleno centro da cidade.
O caso não é de polícia. É também de polícia. É sobretudo de saúde pública. Porém, não é prioridade como política pública.
O crack nasceu como droga da escumalha, mas já avançou pela classe média. Pipocou nas grandes cidades, porém chegou às comunas de médio porte e ao nosso sertão mais brejeiro. No campo, já infelicita muitos indefesos trabalhadores.
Nenhuma família está imune a isso.
A Mossoró do Presente é assim. Não aparece na propaganda nem em boa parte da cobertura da imprensa azul-turquesa.