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Prefeitura e Estado caminham para fechar o Almeida Castro

Mesmo o Governo do Estado avisando que paga na próxima semana o que deve a 20 médicos da Neoclinica (pediatras neonatalogistas), eles pararam hoje à noite suas atividades no Hospital Maternidade Almeida Castro (HMAC) – em Mossoró, onde prestam serviço.

HMAC vive drama interminável e de pressão externa (Foto: Blog Carlos Santos)

Cobram R$ 1,3 milhão ao governo estadual. São três meses. À próxima semana completarão 4 meses, com valor saltando para R$ 1,6 milhão.

Os fisioterapeutas que atuam nas UTI’s do HMAC, cerca de 20 profissionais, já estão em greve há algumas semanas, pois não recebem repasses do estado há quatro meses.

Já os obstetras que trabalham no mesmo hospital, incrustados no Núcleo de Ginecologia e Obstetrícia de Mossoró (NGO), esperam receber cerca de R$ 800 mil do governo estadual e montante semelhante da Prefeitura Municipal de Mossoró.

Estão a caminho de encerrarem atividades também.

Nota do Blog – A dobradinha Robinson Faria (PSD)-Rosalba Ciarlini (PP) vai conseguir o feito de fechar o HMAC em Mossoró.

Certamente vão investir na contratação de parteiras, para que as mulheres tenham seus filhos em casa mesmo, nos matos etc.

A que ponto Mossoró chegou!

Caso perdido.

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Governo quita débitos com cooperativas médicas

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) emitiu nesta sexta-feira (19), à tarde, as ordens bancárias para pagamento às cooperativas médicas que prestam serviço aos hospitais da rede estadual de saúde, entre elas a Coopmed e a Neoclínica, além das cooperativas pelas quais são contratados pediatras e neonatologistas para o Hospital da Mulher “Parteira Maria Correia”, em Mossoró.

As ordens emitidas somam um valor total de R$ 4.060.846,65, sendo R$ 1.997.105,72 para a Coopmed/RN e R$ 2.063.740,93 destinados às cooperativas que atuam no Hospital da Mulher. Os pagamentos correspondem aos meses de abril, maio e junho, de acordo com os respectivos contratos.

Contratos mantidos

Para garantir o pagamento dos médicos e evitar novos atrasos e paralisação dos serviços, a Sesap fez uma modificação da fonte de pagamento dos contratos com as cooperativas médicas (apostilhamento).

Os pagamentos atualmente são feitos com recursos do Tesouro Estadual (Fonte 100), que enfrenta frustração de receitas, e passarão agora a ser advindos do Ministério da Saúde (Fonte 160).

A mudança não altera as bases dos contratos com as cooperativas.

Com informações da Assecom do Governo do Estado.