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“É o governo do ócio, do ódio e do negócio”

Em sua estada em Mossoró na última segunda-feira, o jornalista e escritor Vicente Serejo relembrou seus tempos de Diário de Natal  (o maior jornal impresso que o RN já teve).

Em palestra no Teatro Municipal Dix-huit Rosado, focado no tema “Vingt-un: Uma militância Editorial”, em que tratou sobre a vasta produção de livros e plaquetes da “Coleção Mossoroense”, Serejo pegou um atalho para a política.

Citou manchete que emplacou, a partir de entrevista com o então deputado federal Vingt Rosado, que resolveu romper com o primo Tarcísio Maia e definiu assim a gestão dele:

– “É o governo do ócio, do ódio e do negócio”.

O que diria Vingt hoje, espiando o cenário político de Natal a Mossoró?

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Trabalho e ócio no feriado de cada um de nós

Para quem curte o feriado, ótimo. Meu caso é de aproveitamento misto: trabalho e lazer episódico. Estudar também é preciso. Mesmo que tantinho assim, ó.

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Sol do meu sertão dá contorno à vida; brilha para todos. Astro-rei

Ritmo lento, sim. Quase parando? Não. Passo a passo, para seguir com o compromisso prazeroso de fazer o que gosto.

Por isso que lembro sempre o sábio Confúcio. Como escolhi fazer tudo movido à paixão, na atividade laboral, não trabalho há mais de 26 anos.

É um entretenimento que se renova todos os dias, a cada manhã, estando ou não o solzão lá em cima.

Se o céu está embaciado, sem problema. Cá embaixo, modestamente, lanço luz à espera do astro-rei. “Eu, passarinho”, repito Quintana. Um pintassilgo resfriado, diria rindo da própria cara.

E se chover? Chove não, creio, espiando o céu lá no alto. Rastreio nuvens com pescoço escangotado e cubro a “vista” com a mão empalmada, como se fosse um toldo.

Sou inverno faz tempo; nunca chuva de verão.

Bom-dia. Ao trabalho.

Depois, quem sabe, esbarro aqui novamente em outra “edição extraordinária” ou quando bater saudade.

Aguarde.