Alguém aí lembra do herói das Olimpíadas do Rio, saído do Acre, que morreu numa favela carioca?
Era um policial da Força Nacional.
Foi alvejado na cabeça. Mas, claro, a festa olímpica continuou e quase ninguém lembra mais do caso.

O agente da Força Nacional Hélio Andrade, baleado durante um ataque a um carro da corporação no complexo de favelas da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, morreu na noite de quinta-feira (11). Fora atingido no dia anterior.
O ataque à Força Nacional aconteceu na quarta (10), depois que três agentes da corporação entraram por engano na favela. Após ser baleado na cabeça e socorrido em estado grave no Hospital Salgado Filho, ele morreu.
Após mais de quatro horas de cirurgia, não resistiu.
Quem vai lembrar de Hélio, além de seus familiares e amigos?
Ele não atende ao padrão e conceitos de herói de verdade que deveríamos aplaudir e reverenciar.
Sua ‘medalha’ será o esquecimento.
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