Nesse confinamento alcancei o feito, até agora, de não ter visto um único filme. Minha terapia é me divertir trabalhando.
São cerca de 14/16 horas ou mais por dia fazendo o que gosto: pesquisas, entrevistas, checagens de informações, textos, gravações, edições.
Feliz!
Em tempos normais, sempre reservo parte do dia para “não fazer um monte de coisas”, pois é minha válvula de escape. É a prosa leve e às vezes carregada na confraria do Café Artesanato, a conversa descolada no Twitter, caminhadas etc.
Sem esses canais, trabalho mais.
Compreendo quem usa redes sociais para descarregar estresse, rotular pessoas, julgar o certo e o errado, vomitar grosserias e analisar com profundidade todo e qualquer assunto que não domina, apenas lendo títulos.
Cabe a mim, “tratá-las”, mesmo que me ofendam.
Mas meu grande feito, sublinho, não é seguir sem ter visto um filme. É ser tolerante; ter paciência de psicopata siberiano.
Não bato-boca, não devolvo insultos nem falo com quem rosna. Aprendi a ouvir para ter direito à fala.
Converso com estranhos, nunca com estúpidos.
Acompanhe o Blog Carlos Santos pelo Twitter AQUI, Instagram AQUI, Facebook AQUI e Youtube AQUI.