
A indústria da especulação, do disse-me-disse, do achismo e os devaneios priorizam a sucessão estadual 2026 como tema do momento no RN, dias após o fim das eleições 2024. Isso é incrível!
Do jornalismo à política, eis o prato diário de discussões. Nomes e nomes. Quem vai ser e quem não deve ser, quem não tem condições de ser e quem tem que ser (conforme os interesses de cada um) estão em pauta.
Ninguém é capaz de mudar o atraso do RN, sem que modifiquemos a própria mentalidade quanto a essa realidade sombria. Não existe uma panaceia, não existe “o cara.”
Ideias, programas, prioridades, governança, deficiências, potencialidades e outros temas não são minimamente tratados. Não importa. O blá-blá-blá sobre pré-candidaturas eclipsa tudo.
Não é por acaso que chegamos a momento tão árido na gestão pública e política potiguar. Com possibilidades de tudo ficar ainda pior, creia.
Cá de minha banda, espio e entendo o porquê do RN viver na rabeira do desenvolvimento e com perspectivas sombrias após a tríade governista Rosalba Ciarlini-Robinson Faria-Fátima Bezerra.
Qualquer dúvida quanto ao que assinalamos nessa postagem, basta sair da cadeira giroflex, ter coragem de passar da Reta Tabajara e desabar pelo sertão em busca da Paraíba, por exemplo. Os senhores e senhoras terão um choque.
Natal não é Roma e o RN é muito mais que todos nós imaginamos. Entorpecidos pelo preconceito e profundo desconhecimento de causa, jamais sairemos desse “oito” em que nos metemos.
Acordem.
Nesse passo, o “elefantinho” só continuará servindo àquela casta de sempre.
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