O Judiciário, que deveria zelar a Constituição e nos proteger, é sócio da plutocracia, das oligarquias e amante de privilégios.
Estamos ferrados.
Vai piorar.
Bye!
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O Judiciário, que deveria zelar a Constituição e nos proteger, é sócio da plutocracia, das oligarquias e amante de privilégios.
Estamos ferrados.
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As mudanças na legislação eleitoral brasileira, que estão sendo urdidas nas entranhas do Congresso Nacional, caminham para consolidação de um modelo de poder ainda mais excludente, seletivo, oligárquico e plutocrata.
Na verdade, não se trabalha uma reforma, mas amarras que garantam o maior poder político aos donos dos maiores partidos e uma ameaçadora valorização dos congressistas, verdadeira casta institucional.
Em nome da melhoria do sistema, querem de vez a tomada da república e de seus poderes como bem para poucos e por poucos, inibindo – como sempre – o surgimento de novas lideranças políticas e alternativas ao poder vigente.
Faz-se a montagem de um simulacro de parlamentarismo, com redução de poderes do Executivo.
Esse é, em síntese, o espírito das leis que querem validar.
Voltaremos ao tema, tratando de pontos diversos do texto-base aprovado à madrugada de hoje na comissão da Câmara Federal, que discute mudanças no sistema eleitoral.
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Não há força humana, legal, paranormal ou intergaláctica que quebre o cartel dos combustíveis em Mossoró.
Só o povo, unido, seria capaz desse feito. Entretanto, o povo na fictícia ‘terra da liberdade’ adora transferir responsabilidade que é sua para o Ministério Público ou imprensa, como se o problema não fosse seu.
Acovarda-se diante da plutocracia ou se entrega ao comodismo dos braços cruzados.
Pobre Mossoró!
Nota do Blog – Depois trago mais informações de bastidores sobre esse crime continuado contra a economia popular, a livre iniciativa e a concorrência.