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Grupo Porcino Costa e Gondim & Garcia fecham parceria

Uma novidade empresarial foi fechada à noite de hoje em Mossoró. O Grupo Porcino Costa, um dos mais sólidos conglomerados empresariais do estado, selou parceria com a Gondim & Garcia Ltda, empresa do ramo de promoção de eventos há quase 30 anos no mercado nacional.

Fábio, Tácio, Fátima, Fabinho e Júnior: estrutura e conceito (Foto; divulgação)

Os dois – de origem mossoroense – assinaram contrato que pretende potencializar a estrutura de shows do Porcino Park Center, onde também está instalado um parque de vaquejadas.

Os empresários Porcino Júnior, Fábio Porcino e Fabinho Porcino bateram o martelo na negociação hoje, pelo Grupo Porcino.

Tácio Garcia, Fátima Gondim e Pablo Garcia assinaram pela Gondim & Garcia.

Agora, mãos à obra.

Com o entendimento, já foi dada a largada para estreia dessa parceria. Será entre os dias 1º e 4 de outubro.

Vaquejada e Villa do Vaqueiro

No período, acontecerá a Vaquejada do Porcino Park Center e a inauguração da Villa do Vaqueiro, complexo de lazer totalmente repaginado para shows e outras atrações, com ares de cidade cenográfica sertaneja.

O elenco de artistas atende ao gosto popular: Aviões, Dorgival Dantas, César Menote e Fabiano, Mano Walter, Solteirões do Forró, Sirano e Sirino, Mastruz com Leite, Brasas do Forró, Brilhantes do Forró e André Luvi.

Além deles, Forró Mais Eu, Forró dos 3 e Forró Pé de Serra e Gianinni Alencar.

“Temos a estrutura e eles possuem experiência e conceito no ramo”, avalia Fabinho Porcino.

“Pesaram na negociação o nosso know-how e credibilidade, além da força da marca Porcino e sua disposição de ampliar a representatividade do Porcino Park Center”, comenta Tácio Garcia.

Família Porcino divulga fotos com retorno de “Popó”

Porcino, Popó, Monalisa e filhas: alívio

A família Porcino distribui por redes sociais na Internet, as primeiras fotos com o jovem Porcino Segundo, o “Popó”, 19. Ele foi libertado hoje  ao final da manhã do cativeiro em que estava há 37 dias.

Ação da polícia matou no local – uma casa na praia de Pitangui, Extremoz, na Grande Natal – um dos sequestradores. Outro teria sido ferido (sendo levado para o Hospital Santa Catarina em Natal), onde falecera também.

Mas existem também três prisões efetuadas no município de Parnamirim.

Popó foi resgatado sem qualquer ferimento físico. Recebido em Natal pelos pais Porcino Júnior e Monalisa Souza, além de suas três irmãs, posou para fotografias que se espalham pela Web.

Na aparência física de Popó, a grande mudança é o cabelo raspado, humilhação a mais que ganhou dos seus captores no período do sequestro.

Saiba mais informações por nosso endereço no Twitter AQUI.

Veja AQUI reportagem do portal G1 com mais detalhes sobre o caso.

Sequestro envolvendo um mossoroense não é novidade

O sequestro de Porcino Segundo, “Popó”, 19, filho do empresário Porcino Júnior (Grupo Porcino Costa), ocorrido à madrugada de ontem (domingo, 17), num parque de vaquejadas em Ceará-Mirim, não é um caso isolado. Em se tratando de gente do universo mais abastado de Mossoró, é o segundo fato de tamanha dimensão.

Em 16 de dezembro de 2004, o empresário Francisco Assis Neto, então com 61 anos de idade, conhecido como “Assis da Usibrás”, foi sequestrado quando fazia cooper no bairro Aeroporto (Mossoró) – perto do Posto Brasil, Avenida do Contorno. Só foi libertado 36 dias depois, no dia 21 de janeiro de 2005.

Ele ficou acorrentado em precárias condições na comunidade rural de Sítio Ribeiro, imóvel comprado previamente pelo grupo de sequestradores, na cidade de Potiretama, proximidades de Fortaleza-CE).

Assis viveu um drama de 36 dias em cativeiro (Azougue.com)

Com o “estouro” do cativeiro – numa ação conjunta das polícias do RN e Ceará – foi preso o baiano César Almeida de Andrade, o “César Alemão”, 33, tido como líder do bando. Ele há vários anos locomovia-se em cadeira de rodas, pois ficara paraplégico. Mesmo assim, o seu conceito era de ser marginal de altíssima periculosidade.

Estavam com César Alemão o seu irmão Celso Almeida de Andrade, 29, e o cearense Alexssandro Fabrízio Braga Maia, 29. Já José Carlos de Lima, 29, natural de Pernambuco, e Silvânio Soares da Silva, 25, de Tocantins, foram agarrados antes, no Aeroporto Pinto Martins (Fortaleza), no mesmo dia.

Posteriormente, em março de 2005, a Justiça emitiu mandado de prisão em desfavor do policial civil cearense Jucier de Oliveira Soares, que agiria na parte de logística da quadrilha.

A família de Assis da Usibrás foi pressionada a pagar U$S 1,5 milhão de dólares, equivalente à época a algo superior a R$ 4 milhões de reais. A informação passada pela polícia é que o resgate não chegou a ser pago.

No cativeiro em que se encontrava Assis, distante cerca de 5 quilômetros da área urbana de Potiretama, a polícia encontrou coletes da Polícia Federal usados no dia da abordagem, muita munição para pistola e fuzis AR-15, CDs e uma filmadora. Também tinham em poder dos sequestradores um Santana branco com placas de Bragança Paulista-SP, usado para levar Assis, além de um Corolla preto com placas de Fortaleza.

Nos primeiros 15 dias de cativeiro a coação psíquica foi de deixar qualquer um louco e na verdade eu quis até morrer. Agressão física não houve. Agora, o tratamento verbal com cutucadas de fuzil AR-15 era constante. Me recordo, que numa das vezes mandei que eles atirassem – contou Assis ao site Azougue.com, acrescentando que passou os 36 dias acorrentado e encapuzado, ouvindo incontáveis vezes música sertaneja, especialmente do cantor Daniel.

Os marginais há anos praticavam essa modalidade de crime, com ações nos estados do Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo.

Acompanhe novidades sobre esse assunto e outros temas em nosso Twitter AQUI.

Nota do Blog – Meses antes de Assis da Usibrás ser sequestrado, situação similar ocorreu ao empresário Francisco Carlos Amorim, 77, no município de Caraúbas. Ficou cerca de cinco dias em poder dos sequestradores, mas saiu ileso e sem pagamento de qualquer resgate.

* Esta postagem foi originalmente publicada no dia 18 de junho, a 1h05, neste Blog, como matéria que ilustrativa e suplementar da cobertura do sequestro de Porcino Segundo, o Popó.

Filho do empresário Porcino Júnior é libertado

Fim de um drama. Porcino Segundo, 19, o “Popó”, filho do empresário Porcino Júnior e de Monalisa Souza, foi localizado agora ao final da manhã, no município de Extremoz (Praia de Pitangui).

"Popó" tem 19 anos; sequestro foi dia 17 de junho

Após longo cativeiro iniciado com sequestro no dia 17 de junho, de madrugada, em Ceará-mirim (veja detalhes AQUI), ele foi libertado.

A Secretaria de Segurança Pública do Estado centralizou toda a operação.

Há vários dias que sequestradores vinham fazendo contato e pedindo resgaste para liberação de Popó. Mas polícia usou elemento surpresa e estourou cativeiro.

As informações ainda são desencontradas. Entretanto é seguro se adiantar que o sequestrado está bem e é encaminhado a familiares que se encontram desde o início do caso em Natal.

Depois o Blog trará mais detalhes.

Nota do Blog – Ao final da tarde de hoje uma entrevista coletiva detalhará todo esse drama, com o trabalho realizado pela Polícia do Rio Grande do Norte.

Veja AQUI a primeira matéria sobre este caso, que o Blog publicou no dia  17 de junho deste ano, um domingo, data em que esse jovem  foi sequestrado.  São exatamente 37 dias de cativeiro.

* Acompanhe cobertura também por nosso Twitter em notas mais ágeis AQUI.

Sequestro envolvendo um mossoroense não é novidade

O sequestro de Porcino Segundo, “Popó”, 19, filho do empresário Porcino Júnior (Grupo Porcino Costa), ocorrido à madrugada de ontem (domingo, 17), num parque de vaquejadas em Ceará-Mirim, não é um caso isolado. Em se tratando de gente do universo mais abastado de Mossoró, é o segundo fato de tamanha dimensão.

Em 16 de dezembro de 2004, o empresário Francisco Assis Neto, então com 61 anos de idade, conhecido como “Assis da Usibrás”, foi sequestrado quando fazia cooper no bairro Aeroporto (Mossoró) – perto do Posto Brasil, Avenida do Contorno. Só foi libertado 36 dias depois, no dia 21 de janeiro de 2005.

Ele ficou acorrentado em precárias condições na comunidade rural de Sítio Ribeiro, imóvel comprado previamente pelo grupo de sequestradores, na cidade de Potiretama, proximidades de Fortaleza-CE).

Assis viveu um drama de 36 dias em cativeiro (Azougue.com)

Com o “estouro” do cativeiro – numa ação conjunta das polícias do RN e Ceará – foi preso o baiano César Almeida de Andrade, o “César Alemão”, 33, tido como líder do bando. Ele há vários anos locomovia-se em cadeira de rodas, pois ficara paraplégico. Mesmo assim, o seu conceito era de ser marginal de altíssima periculosidade.

Estavam com César Alemão o seu irmão Celso Almeida de Andrade, 29, e o cearense Alexssandro Fabrízio Braga Maia, 29. Já José Carlos de Lima, 29, natural de Pernambuco, e Silvânio Soares da Silva, 25, de Tocantins, foram agarrados antes, no Aeroporto Pinto Martins (Fortaleza), no mesmo dia.

Posteriormente, em março de 2005, a Justiça emitiu mandado de prisão em desfavor do policial civil cearense Jucier de Oliveira Soares, que agiria na parte de logística da quadrilha.

A família de Assis da Usibrás foi pressionada a pagar U$S 1,5 milhão de dólares, equivalente à época a algo superior a R$ 4 milhões de reais. A informação passada pela polícia é que o resgate não chegou a ser pago.

No cativeiro em que se encontrava Assis, distante cerca de 5 quilômetros da área urbana de Potiretama, a polícia encontrou coletes da Polícia Federal usados no dia da abordagem, muita munição para pistola e fuzis AR-15, CDs e uma filmadora. Também tinham em poder dos sequestradores um Santana branco com placas de Bragança Paulista-SP, usado para levar Assis, além de um Corolla preto com placas de Fortaleza.

Nos primeiros 15 dias de cativeiro a coação psíquica foi de deixar qualquer um louco e na verdade eu quis até morrer. Agressão física não houve. Agora, o tratamento verbal com cutucadas de fuzil AR-15 era constante. Me recordo, que numa das vezes mandei que eles atirassem – contou Assis ao site Azougue.com, acrescentando que passou os 36 dias acorrentado e encapuzado, ouvindo incontáveis vezes música sertaneja, especialmente do cantor Daniel.

Os marginais há anos praticavam essa modalidade de crime, com ações nos estados do Ceará, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Rio Grande do Norte, Paraíba, Rio de Janeiro e São Paulo.

Acompanhe novidades sobre esse assunto e outros temas em nosso Twitter AQUI.

Nota do Blog – Meses antes de Assis da Usibrás ser sequestrado, situação similar ocorreu ao empresário Francisco Carlos Amorim, 77, no município de Caraúbas. Ficou cerca de cinco dias em poder dos sequestradores, mas saiu ileso e sem pagamento de qualquer resgate.

Filho de empresário foi sequestrado por 3 homens

Segundo versão divulgada agora há pouco por um site de Natal, a partir de relato de um amigo do jovem Porcino Segundo, “Popó”, sequestrado à madrugada de hoje em Ceará-mirim, três homens teriam participado diretamente do crime.

“Até que enfim a gente pegou. Ô coisa difícil!” teria exclamado um dos bandidos logo que imobilizou Popó, filho do empresário Porcino Júnior (Grupo Porcino Costa, de Mossoró).

O detalhe foi narrado por um funcionário do Grupo Porcino Costa, tratador de cavalos, que estava com Popó e foi sequestrado também, mas largado nas proximidades da cidade de Santa Maria.

Aílson Júnior, amigo do sequestrado, passou algumas informações até então desconhecidas, sobre o sequestro.

Os fatos

Segundo Aílson Júnior, ele tinha acabado de correr na Vaquejada de Ceará Mirim, onde Porcino Segundo também atuara. Aílson Júnior decidiu dormir em Natal; o rapaz que está desaparecido optou por continuar no próprio parque de vaquejadas, em caminhão de apoio, pois logo cedo – às 8h – queria acompanhar o restante da disputa.

Às 7h, Aílson Júnior recebe o telefonema de um tratador vizinho – dizendo que os cavalos, seu e do jovem que foi sequestrado, estavam soltos. Popó e o tratador teriam sumido. Pouco tempo depois, um dos sequestrados apareceu. Era o tratador de cavalos que estava com Popó.

Ele narrou que três homens, armados, num carro preto, tinham abordado eles no caminhão de apoio. Algemaram o rapaz e um deles teria chegado a ponto de manifestar que o crime vinha sendo premeditado há tempos: “Até que enfim a gente pegou. Ô coisa difícil!”

O mesmo tratador disse, ainda, que um dos marginais perguntou de quem era o carro branco (que pertence a Aílson Júnior).

– É de amigos de Mossoró – teria respondido Popó.

O tratador levado com Popó foi solto num matagal próximo à cidade de Santa Maria (localizada às margens da BR-304) e por três horas andou até chegar à estrada, de onde partiu para o parque de vaquejadas.

Acompanhe esse caso também por nosso Twitter com notas e comentários exclusivos AQUI.

Leia também postagem mais abaixo, que abre essa cobertura jornalística.

Filho do empresário Porcino Júnior é sequestrado

Porcino Segundo, o “Popó”, 19, um dos quatro filhos do empresário Porcino Júnior (Grupo Porcino Costa), foi sequestrado por volta de 2h30 de hoje. Há duas versões para o caso.

"Popó" estava em vaquejada na madrugada de hoje

A versão preliminar que surgiu aponta para sequestro em Ceará-Mirim, onde Popó tinha participado de vaquejada e estava na companhia de um funcionário – tratador de animais – em caminhão de apoio. Ele foi levado por alguns homens e o tratador deixado a esmo pouco depois.

A outra versão aponta que a abordagem do bando que o sequestrou teria acontecido já em Mossoró, próximo à sua mansão no bairro Nova Betânia. Esse enredo é menos provável.

Amante da vaquejada e muito bem relacionado no meio, Popó é filho de Júnior e de Monalisa Souza (filha do ex-deputado estadual Demócrito de Souza).

O jovem Porcino Segundo não costumava andar sob proteção de seguranças.

Durante um certo período, essa precaução até fora tomada por seu pai, mas depois ele mesmo foi se desvencilhando da medida. Convenceu a família de que não era necessária a proteção de guarda-costas.

Um familiar do sequestrado declarou ao Blog – em off – que o pai, em viagem, teria recomendado que ele não fosse para a vaquejada de Ceará-Mirim.

Informações

O empresário Porcino Júnior está em viagem à Europa. O Blog apurou que provavelmente ele esteja em Veneza (Itália). Seu irmão e segundo nome na hierarquia da Holding Porcino Costa, Fábio Porcino, está em São Paulo-SP. Suas irmãs Jussara e Lúcia encontram-se em Fortaleza-CE, acompanhando a mãe Noílde Chaves em tratamento de saúde. A mãe, Monalisa, em Natal.

Até bem poucos minutos, a família não tinha conseguido fazer contato com Júnior. Também não tinha sido abordada por qualquer pessoa supostamente envolvida no crime.

Existem algumas informações mais delicadas sobre esse caso, mas o Blog evita divulgação para não causar qualquer prejuízo à apuração já desencadeada pelo serviço de inteligência da Segurança Pública do Estado.

Acompanhe mais detalhes sobre esse assunto através do nosso Twitter AQUI.

Nota do Blog – Torçamos para que essa situação extremada do sequestro desse rapaz possa ser superada sem maiores traumas. Não há bem maior do que um filho, mesmo onde tantos bens possam reluzir muito.

O sequestro é sempre, por sua natureza, hediondo. Asfixiante. Maltrata o sequestrado e todo seu entorno afetivo – amigos, familiares etc.