Choro de prefeitos recém-empossados é cíclico. Daqui a quatro anos, sucessores vão chorar também com dívidas herdadas deles.
País rico é assim.
Quase ninguém paga pelos desmandos, apesar de noticiário caudaloso de condenações de agentes públicos.
Choro de prefeitos recém-empossados é cíclico. Daqui a quatro anos, sucessores vão chorar também com dívidas herdadas deles.
País rico é assim.
Quase ninguém paga pelos desmandos, apesar de noticiário caudaloso de condenações de agentes públicos.
Por que Femurn (Federação dos Municípios do RN) em vez de choramingar por mais verba para prefeituras, não aconselha seus prefeitos a cancelarem festas juninas, de apoio a padroeiros e de emancipação?
Com uma estiagem afetando mais de dois terços do território potiguar, estado de emergência decretado em 139 dos 167 municípios, como podemos entender tal prioridade por festas em vez de apoio ao homem e à natureza, aos animais sedentos?
E aí, Femurn?
Faça sua parte.
A conta dos líderes partidários no Rio Grande do Norte vai sofrer um baque em 2012.
Pela quantidade de prefeituras que prevêem conquistar, o Rio Grande do Norte com seus 167 municípios será pequeno para tamanha multiplicação.
O jeito é anexar uma parte da Paraíba.