É nítido que a ex-prefeita Rosalba Ciarlini (PP) não trabalha apenas para continuar sua carreira política em 2022, quando tentará novo mandato eletivo, após derrota inesperada à reeleição no ano passado. Mais do que apetite à política, há necessidade de superproteção.
Seu principal objetivo é obter um foro por prerrogativa de função, instituto popularmente conhecido como “foro privilegiado”.
Ela tem vários processos e investigações que se arrastam há anos, com a celeridade de um jabuti gordo que palmilha as escadarias do Teatro Municipal Dix-huit Rosado.
Os principais envolvem recursos relativos à construção da Arena das Dunas (veja AQUI e AQUI, por exemplo) e à montagem às pressas e gestão do fraudulento Hospital da Mulher Parteira Maria Correia (veja AQUI e AQUI, por exemplo).
CPI’s
Porém, outros tantos e em questões variadas seguem no mesmo ritmo letárgico, como a contratação de empresa para limpeza pública (veja AQUI). Comissões Parlamentares de Investigação (CPIs) foram freadas na Assembleia Legislativa (veja AQUI) e Câmara Municipal (veja AQUI).
A cada mandato, a “Rosa” alcança feitos extraordinários nos intramuros da Justiça, estacando demandas contra si. Sem um cargo que oferte esse diferencial, também. Já chegou a ficar mais de um ano sem ser localizada para tomar ciência de um protocolar movimento processual. Oficial de Justiça não a encontrou em qualquer endereço nesse tempo.
Eleita deputada estadual, que deve ser seu foco em 2022 (veja AQUI), praticamente ganhará “imunidade”. Não faltam casos dessa couraça (veja AQUI).
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