Um carro-forte foi explodido por criminosos na manhã desta quinta-feira (30) em Assu, município da região Oeste potiguar. O caso foi confirmado pela Polícia Rodoviária Federal e aconteceu no quilômetro 81 da BR-304, próximo ao limite com o município de Mossoró.
O assaltantes levaram o dinheiro que estava sendo transportado no veículo. Nenhum vigilante ficou ferido.
Carro-forte foi explodido na BR-304 em Assu, na região Oeste potiguar (Foto: Sara Cardoso/Inter TV Costa Branca)
De acordo com a PRF, o crime aconteceu por volta das 9h30. Seis homens fortemente armados forçaram a parada do veículo com tiros e ameaças e renderam os vigilantes. Além de levarem todo o dinheiro que era transportado, eles acionaram explosivos que destruíram o carro.
Ainda de acordo com a PRF, os assaltantes fugiram em um carro modelo EcoSport branco – o mesmo usado na interceptação. A polícia não descarta que outro veículo tenha sido usado no apoio aos criminosos.
O carro-forte, que pertence à empresa Prosegur, ficou destruído com a explosão. O Corpo de Bombeiros foi acionado ao local para controlar o fogo e a polícia faz as primeiras buscas na região.
Nota do Blog Carlos Santos – Carro-Forte da empresa de transporte de valores Prossegur foi atacado e explodido no final da tarde de terça feira, 14 de março do ano passado, nesse mesmo trecho (KM 82), da BR 304, nas proximidades do Posto Zé da Volta (combustíveis) entre Mossoró e Assu.
Veja detalhes desse caso clicando AQUI e vídeo acima.
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A tentativa de roubo de carros-fortes hoje no Parque das Colinas, à margem da BR-101, já área urbana de Natal, tem enredo apavorante. O fato ocorrido hoje pela manhã (veja AQUI), por pouco não termina em tragédia.
Os assaltantes chegaram a fazer algumas pessoas como reféns, deixando-os como escudos humanos, quando empreendiam fuga e estavam na mira da polícia e de vigilantes da Prossegur, empresa transportadora de valores e segurança.
Ocorreu em momento de intenso trânsito na BR-1o1, próximo à passarela de Neópolis, ponto bastante conhecido por existir posto de táxi e ser utilizado como ponto de parada de ônibus.
Vídeo
No local funcionam agências do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal (CEF).
Do Portal da Abelhinha e Blog do Heitor Gregório (fotos)
A agência do Banco do Brasil,no Parque das Colinas, na BR-101, foi alvo da tentativa de assalto por homens fortemente armados. Os criminosos ainda atearam fogo em um carro utilizado para sua fuga, ao lado de um condomínio residencial vizinho.
Carro utilizado por quadrilha foi incendiado na fuga, após ataque frustrado em Natal
Funcionários da Caixa entraram em pânico, pois a agência é vizinha ao do BB. No momento a agência ainda não estava aberta e carros-fortes chegaram com dinheiro para abastecer os caixas.
Segundo funcionários da agência, os seguranças da Prossegur reagiram e houve intenso tiroteio. A polícia chegou a tempo.
Foto de um edifício próximo mostra área do confronto, carros da Prossegur, hoje pela manhã
Informações preliminares indicam que um assaltante foi preso e um segurança da empresa de transporte de valores ficou ferido.
Assaltantes abandonam um carro modelo Corolla branco em frente à passarela de Neópolis e fugiram em um carro Strada branco.
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O Brasil vive uma violenta guerra civil disfarçada. E isto não apenas pela violência rasteira que ceifa centenas de vidas e molesta o patrimônio das famílias e empresas diariamente, mas, sobretudo, pela atuação de milícias armadas com artefatos de guerra e de alto poder de destruição (fuzis de assalto, metralhadoras calibre 50, uso de dinamite e outros explosivos etc.) que, aliás, superam em muito qualquer capacidade de reação das forças de segurança (instituições de polícia militar e de polícia judiciária) mantidas pelos Estados e Distrito Federal, além das empresas de segurança privada.
A enorme crise fiscal que ora se abate sobre as unidades federativas mais ainda tem precarizado o financiamento das atividades das forças de segurança estaduais, impedindo-lhes de adquirir os bens imprescindíveis (instalações prediais, veículos, armamentos, equipamentos de comunicação, melhoria do apoio logístico etc.) às operações policiais, ademais da possibilidade de manter um fluxo de recrutamento de pessoal, além da capacitação continuada desses recursos humanos. Com efeito, nas organizações policiais são os recursos humanos que compõem as suas carreiras a espinha dorsal desses sistemas, embora este não seja efetivamente o pensamento preponderante das autoridades gestoras dos Estados e Distrito Federal.
Mesmo o Departamento de Polícia Federal (DPF), hoje uma das mais eficientes polícias do mundo, tem ficado equidistante do olho desse furacão de violência multiforme que grassa em todos os recantos do país, deslocado que tem sido para uma atuação midiática e pontual no combate à corrupção. A população está amedrontada e sem nenhuma capacidade de reação, inclusive porque despida da condição de autodefesa decorrente das dificuldades de acesso civil às armas de fogo.
No entanto, para manter o foco da questão a ser trazida nesta reflexão, que é o crescimento dos bandos armados e de grande poder de fogo, verdadeiras, poderosas e cada vez mais agressivas milícias combatentes, abstraiam-se as mazelas já relatadas acima, en passant. Sem embargo, é urgente uma tomada de posição do Estado brasileiro diante das ações generalizadas de explosão de caixas eletrônicos bancários, agências bancárias, agências dos Correios, assaltos a carros fortes e empresas privadas de guarda e transporte de valores, realizadas por essas milícias que, aliás, começam a atuar nas regiões de fronteiras do Sul brasileiro, a exemplo do mega assalto que se realizou recentemente em Ciudad del Este, Paraguai, quando a sede local da empresa Prossegur foi invadida por cerca de 40 bandidos fortemente armados e dali deparam 40 milhões de dólares norte-americanos.
Esse é uma versão agravada do problema. Grave é que inúmeras cidades do interior deste Brasil continental estão privadas de suas agências bancárias porque as milícias fortemente armadas aterrorizam as populações locais, desmoralizam os modestos aparelhos de policiamento local e geram, por algumas horas, um estado de anomia, ou seja, um território sem lei, sem Estado, em que populações inteiras ficam à mercê de malfeitores.
As funções institucionais das Forças Armadas federais – Exército, Marinha e Aeronáutica – são fundamentalmente para proteger nossa nação de agressões externas. Contudo, ao Exército brasileiro é cometida a competência de fiscalização de produtos controlados, a cargo de um órgão denominado Serviço de Fiscalização de Produtos Controlados (SFPC), de modo que uma empresa que utilize a dinamite (explosivo de alto poder energético) para suas atividades deve seguir critérios de armazenamento e uso prescritos em regulamentos cujo controle cabe justo ao Exército brasileiro, sem dúvida uma das instituições mais importantes do Estado brasileiro. Toda fabricação e venda de explosivos para fins industriais, armas e munição, sua importação e exportação, o uso desses artefatos para prática esportiva, tudo é fiscalizado pelo SFPC.
Carro-forte atacado por bandidos nas proximidades do Posto Zé da Volta na BR-304, município de Mossoró, em março deste ano (Foto: arquivo)
No entanto, o que tem ocorrido é a proliferação de bandos que assaltam e amedrontam cidades, inclusive capitais, com destruições de caixas eletrônicos, empresas privadas de guarda e transporte de valores, sem que as forças de segurança estaduais possam enfrentá-las, mesmo porque destituídas dos recursos bélicos para tanto: esses bandos criminosos, verdadeiras milícias dotadas de armamentos somente equiparáveis aos das Forças Armadas brasileiras, devem ser enfrentados por quem lhes tenham “paridade de armas”. E os crimes que cometem, alguns cinematográficos até, utilizam artefatos explosivos e equipamentos bélicos cujo controle está na competência do SFPC/EB.
Por isso é que o Exército brasileiro, numa exceção, deve ser autorizado a atuar no plano interno, para enfrentar e desbaratar esses grupos que tanto desassossego têm causado à população, sobretudo, por denotar ausência do Estado numa perigosa omissão.
O modelo dessa atuação, inclusive os seus limites, deve ser formatado pelo Congresso Nacional, de modo a preservar o equilíbrio federativo, além da necessária integração com os organismo de segurança pública da União (Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal) e dos Estados e Distrito Federal (Polícias Militares e Polícias civis). Nessa hipótese, não há qualquer impedimento constitucional ou legal. Basta ver o que reza o artigo 142, da Constituição:
“As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem“.
Para que não reste dúvidas quanto ao que se afirma aqui, nada a ver com o besteirol de pedir o retorno dos militares ao poder, da volta da ditadura ou coisa que o valha, como parcela da classe média tem bradado em manifestações públicas e nas redes sociais.
Portanto, a atuação das Forças Armadas, em especial do Exército brasileiro, no combate a essas organizações criminosas se daria inteiramente segundo a letra da Constituição, para garantia da lei e da ordem, das instituições jurídico-políticas enfeixadas no Estado Democrático de Direito.
Curioso é que o lema do Exército Brasileiro é “braço forte – mão amiga”. Fiquemos com o primeiro termo dessa equação. Essa pode ser umas das formas de restaurar a autoridade do Estado brasileiro e a autoestima de seu povo. Então, que venha esse “braço forte”!
Um Carro-Forte da empresa de transporte de valores Prossegur foi atacado e explodido no final da tarde desta terça feira, 14 de março, no KM 82, da BR 304, nas proximidades do Posto Zé da Volta (combustíveis) entre Mossoró e Assu.
Carro forte em chamas ao fundo e carro da PRF à margem da pista revela dimensão do caso (Foto: WhatsApp)
Segundo informações, os criminosos fugiram após o ataque em dois carros, uma SW4 de cor preta e um Pálio de cor prata na direção de Assu.
Neste momento Policiais Rodoviários Federais e Militares de Mossoró e Assu, estão em diligências no sentido de localizar os criminosos.
Há informação não confirmada de que um veículo, em chamas, foi localizado no Sítio Palheiros.
Na fuga dos bandidos, milhares de cédulas ficaram espalhadas e esvoaçantes pela pista de rolamento e acostamentos.
O barulho de tiros e explosões levaram vários motoristas que trafegavam pelo trecho a se abrigarem no Posto Zé da Volta. Outros deram ré em seus veículos, além de tantos que preferiram abandonar o carro na pista.
Mas também foi possível ver, em meio ao pânico, alguns ocupantes de carros saindo com volúpia à cata do dinheiro que se espalhava na área.
Nem o temor de tiros, explosões ou atropelamento afastou essa gente da corrida à base do “tudo por dinheiro”.
Depois traremos mais detalhes.
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Até as primeiras horas desta manhã (sábado, 18), a polícia não apresentou qualquer informação sobre identidade e localização dos homens que assaltaram carro-forte (veja AQUI) à tarde dessa sexta-feira na BR-405, próximo a Apodi.
Pajero foi incendiada numa estrada vicinal na fuga de parte da quadrilha ontem à tarde
Mas já foi adiantado, que a verdadeira operação de guerra com uso de armas pesadas como fuzis AK-47 e 556 (AR-15) e explosivos foi de pouco lucro para os assaltantes. Correram risco desnecessário.
Os bandidos levaram como “crédito”, apenas duas escopetas que estavam no carro-forte que eles abriram à base de dinamites.
Dez homens
Na fuga por estradas vicinais da vasta zona rural da região Oeste, deixaram um carro Pajero com placa de Recife-PE incendiado.
Os quatro vigilantes ocupantes do carro-forte conseguiram escapar do cerrado tiroteio. Apenas um deles ficou levemente ferido (estilhaços de vidro). Todos correram pro mato que margeia a BR-405, no momento do cerco.
Pelo menos dez homens teriam participado do assalto, utilizando três carros.
O Delegado da Divisão de Polícia do Oeste (DIVPOE), Renato Oliveira, falou sobre o crime ao Blog Fim da Linha (veja vídeo) sobre o caso.
Um carro-forte da empresa transportadora de valores Prossegur foi assaltado por volta de 14h30 de hoje (sexta-feira, 17), na BR 405. A abordagem foi feita por numeroso grupo de criminosos, utilizando armamento pesado. Versão é de foram dez bandidos.
Veículo de transporte de valores foi abordado na BR-405 (Fotos: redes sociais e Rede News 360)
O fato ocorreu a cerca de 20 quilômetros de Apodi (região Oeste do RN), na comunidade de Mulungu. Informação preliminar aponta que os assaltantes estavam em três veículos e fugiram pegando estradas carroçáveis, numa área de zona rural bastante extensa, que alcança municípios como Apodi, Governador Dix-sept Rosado, Felipe Guerra e Mossoró.
As primeiras notícias ainda são escassas e desencontradas sobre o episódio.
Um dos carros utilizado no assalto teria sido encontrado na zona rural de um desses municípios, em chamas. A polícia faz trabalho de rastreamento e cerco muito difícil, pois não conta – por exemplo – com um helicóptero para ajudar nas buscas.
Vigilante identificado como Francisco Klebson Pereira foi socorrido para o Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), em Mossoró. Teve ferimentos no rosto e cabeça (provavelmente por estilhaços de vidro. Não corre perigo de morte.
Inexiste registro de quanto teria sido roubado no ataque criminoso.
Traremos maiores detalhes quando houver informação mais segura.
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A Polícia Militar do Rio Grande do Norte, em especial na região Seridó, está em alerta após uma quadrilha atacar um carro-forte, na divisa do RN com a Paraíba, entre as cidades de Paulista (PB) e Serra Negra do Norte (RN).
Veículo blindado foi atacado ainda em território potiguar (Foto: reprodução)
De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, o caso aconteceu no KM 156, da BR 427, logo após o município de Serra Negra do Norte, mas ainda dentro dos limites do Rio Grande do Norte.
Os criminosos abordaram o carro-forte da empresa Prosegur na rodovia e chegaram a efetuar disparos de fuzil calibre .50 e 762, munição de alto poder de fogo. Os bandidos conseguiram render os vigilantes, mas chegaram a atirar contra eles.
Feridos
O tenente Amorim, da PM de Jardim de Piranhas, disse ao Portal BO que um dos seguranças ficou ferido por tiro de raspão no braço e outro foi atingido por estilhaços. Mas os dois foram socorridos e passam bem.
Ainda de acordo com o oficial da PM do Rio Grande do Norte, a quadrilha chegou a abandonar um dos veículos usados no crime, um EcoSport que foi encontrado no Sítio Arapuá, em Serra Negra do Norte.
Neste momento, várias equipes realizam diligências para tentar localizar os suspeitos, em municípios como Serra Negra do Norte, Caicó e Jardim de Piranhas, bem como em municípios da Paraíba a PM paraibana também está em diligências.