“Amigo, a situação do fogo é muito complicada por dois motivos: dificuldade de acesso ao local e falta de estrutura do Corpo de Bombeiros, apesar do empenho da corporação”. O comentário, angustiado, foi expresso há poucos minutos pelo prefeito de Portalegre na região Oeste do RN, Manoel de Freitas Neto (PP), o “Neto da Emater”.
À noite desta quinta-feira (10) vai se fechando sem que o incêndio florestal tenha sido contido. Começou por volta de sábado (5) no vizinho município de Viçosa e na terça-feira (8) alastrou-se por Portalegre em área de escassa presença humana, mas podendo avançar para cidade.
“O comportamento das queimadas varia em função da temperatura alta a partir do meio-dia e a chegada de rajadas de ventos à noite”, explica o prefeito.
O trabalho de cerca de 60 bombeiros e aproximadamente 30 a 40 voluntários, que se revesam, tem posto de comando no Mirante da Prefeitura no alto da Serra e sede do município.
O temor é que o sinistro seja empurrado para o alto, atingindo a cidade. Quanto à área atingida até o momento, “é difícil mensurar, mas acho que passa de 100 hectares”, estima Neto da Emater.
O Governo do Estado decretou situação de emergência nos dois municípios no dia passado (veja AQUI).
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