O ano de 2019 não tem sido fácil para a imprensa do RN e do país, com várias perdas. Nesta segunda-feira (19), o falecimento do jornalista e escritor Luiz Gonzaga Cortez (veja AQUI).
Semana passada houve morte de Carlão de Souza (veja AQUI).
Antes, já tínhamos perdido nomes como o radialista amigo George Wagner (veja AQUI), Horácio Pedroza (veja AQUI), Chico Inácio (veja AQUI) e Jota Gomes (veja AQUI).
Jornalistas da velha guarda como Birinha Macedo (veja AQUI) e o jovem Allan Darlyson (veja AQUI) nos deixaram.
No plano nacional, também se foram Ricardo Boechat (veja AQUI), Clóvis Rossi (veja AQUI), Paulo Henrique Amorim (veja AQUI) e Salomão Schvartzman (veja AQUI).
Vale lembrar de Roberto Avallone (veja AQUI) e do “China” Juarez Soares (veja AQUI), além de Otávio Frias Filho (veja AQUI), comandante-em-chefe do jornal e grupo Folha de São Paulo.
Também podemos citar o jornalista Rafael Henzel (veja AQUI), sobrevivente do acidente aéreo da Chapecoense, que teve um infarto e partiu muito jovem, com 45 anos.
Chega!
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O jornalista Paulo Henrique Amorim morreu nesta madrugada aos 77 anos após sofrer um infarto fulminante. Ele havia acabado de retornar de um jantar com amigos e estava em casa, no Rio de Janeiro, quando passou mal. A informação foi confirmada pela Record.
Henrique: infarto (Foto: Web)
Amorim deixa uma filha e a mulher, a jornalista Geórgia Pinheiro.
Paulo Henrique Amorim trabalhava na Record TV desde 2003, onde apresentou o Jornal da Record, ajudou a criar o Tudo a Ver e esteve à frente do Domingo Espetacular, até junho deste ano.
Ele estreou no jornal A Noite, em 1961, foi correspondente em Nova York da revista Realidade e foi da Veja.
Na TV, passou também por Manchete e Globo, onde teve fases como correspondente internacional, Band e TV Cultura.
Em 1972, ganhou Prêmio Esso na categoria informação econômica pela reportagem “A renda dos brasileiros”, pela revista Veja.
Nota do Blog – Amorim esteve em Mossoró a convite do então presidente da Associação Comercial e Industrial de Mossoró (ACIM), Diran Ramos do Amaral, em 1989 – 30 anos, dando entrevista no Hotel Thermas e fazendo uma palestra. Retornou outras duas vezes, lembra-me o jornalista Gutemberg Moura, que o entrevistou – sendo elogiado por ele pelo elenco de perguntas que fizera. Que descanse em paz.
Baixas consideráveis este ano na comunicação: Amorim, Salomão Schvartzman (no fim de semana – veja AQUI, aos 83 anos), Ricardo Boechat e Clóvis Rossi (veja AQUI). Entre nós, mais próximo, George Wagner (veja AQUI).
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Ronaldo Quatrucci morreu em acidente com o jornalista Ricardo Boechat nesta segunda-feira (Foto: reprodução)
Do portal Metrópoles e Blog Carlos Santos
O piloto Ronaldo Quatrucci, 56, pai de dois filhos, dono da empresa “RQ Serviços Aéreos Especializados Ltda.”, que morreu nesta segunda-feira (11/2) ao lado do jornalista Ricardo Boechat (veja AQUI), tem um sobrinho atuando em Mossoró na mesma profissão.
O empresário Tião Couto – ex-candidato a prefeito e ex-candidato a vice-governador – informou numa rede social do Blog Carlos Santos, que Quatrucci era tio de Ricardo Cordeiro Júnior, piloto do seu helicóptero.
O jornalista Ricardo Boechat, 66, morreu após a queda de um helicóptero em São Paulo nesta segunda-feira (11).
A informação foi confirmada pela Folha. O Corpo de Bombeiros informou que duas pessoas tinham morrido após um helicóptero cair sobre um caminhão em trecho do Rodoanel que dá acesso à rodovia Anhanguera, na zona oeste de São Paulo.
Eles seriam o piloto e o copiloto da aeronave, segundo as informações preliminares da corporação. A confirmação de que o jornalista era um dos ocupantes veio mais tarde.
Um caminhão foi atingido pela aeronave. O motorista foi socorrido
O acidente ocorreu na altura do quilômetro 7 do Rodoanel, sentido Castelo Branco, próximo a um pedágio.
A corporação atende a ocorrência com um helicóptero e 11 viaturas.
O colunista Ricardo Boechat, da Istoé, informa que a Arena das Dunas está no rol dos estádios da Copa que poderá ter conclusão adiada para fevereiro.
A OAS não desmente a notícia. Pelo contrário! Justifica o fato, apontando o culpado: atraso dos repasses do BNDES, que por sua vez foram suspensos por interferência do Tribunal de Contas do Estado.
O TCE tem solicitado planilhas que a empreiteira alega só poder apresentar no final da obra. Aliás, da mesma forma que procedeu no estádio de Fortaleza.
Nota do Blog – Dinheiro público é bom demais! A gente paga a conta e uma corriola de ladravazes leva a melhor. Sempre.
Montaram uma quadrilha interestadual para a pilhagem com o ópio do povo, o futebol.